Ásia/Oceania

Freguês até na China: Sven-Goran Eriksson perdeu mais uma para Felipão

Sven-Goran Eriksson foi técnico da seleção inglesa entre 2001 e 2006. Nesse período, chegou às quartas de final das três competições que disputou: as Copas do Mundo da Ásia e da Alemanha e na Eurocopa de Portugal. Nessas três oportunidades, foi eliminado pelo time de Luiz Felipe Scolari, e neste sábado, voltou a sofrer uma derrota para o seu nemesis, desta vez pelo Campeonato Chinês, por 3 a 0, em casa.

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Eriksson assumiu o Shanghai SIPG depois de trabalhar no Guanghzou R&F e faz boa campanha. Tinha 52 pontos em 24 rodadas, um a mais que o Guanghzou Evergrande, o atual tetracampeão, que trocou Marcelo Lippi por Felipão, em junho. Era, portanto, um duelo de líderes, que além de uma pequena vingança pessoal, valeria ao time do sueco uma boa vantagem para administrar até o fim do campeonato.

O que poderia ser uma partida muito equilibrada foi uma vitória tranquila dos visitantes. Robinho abriu o placar ainda no primeiro tempo, e Ricardo Goulart ampliou, aos 31 do segundo. Três minutos depois, Elkeson converteu pênalti para selar a vitória do Guangzhou, que pulou para 54 pontos e para a liderança do Campeonato Chinês, após 25 rodadas disputadas.

Curiosamente, Felipão foi o escolhido da Federação de Futebol da Inglaterra para substituir Eriksson, depois que o sueco deixou a seleção, em 2006. Afinal, por que não contratar o técnico que o eliminou três vezes? Mas o brasileiro não aceitou e continuou na seleção portuguesa, até acertar com o Chelsea, em 2008, logo depois de Eriksson deixar o Manchester City para treinar o México.

Os dois poderiam ter se reencontrado pela Premier League, mas o destino quis que o próximo duelo entre eles fosse sete anos depois, pelo Chinesão. E Felipão saiu sorrindo mais uma vez.

Foto de Bruno Bonsanti

Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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