Ásia/Oceania

Bin Hammam afirma que não seria banido se fosse europeu

O ex-presidente da AFC (Confederação Asiática de Futebol) Mohamed bin Hammam voltou a afirmar a sua inocência e disse ainda que a Fifa não o baniria do futebol se ele fosse europeu. O ex-dirigente direcionou as críticas a Joseph Blatter e ao secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke.

“Se eu fosse europeu ou o Caribe fosse parte da Europa, nem Blatter nem Valcke ousaria colocar um dedo em nós”, disse Bin Hammam em uma carta publicada no seu site oficial. “Se fôssemos europeus, nunca teríamos a oportunidade de enfrentar a comissão de ética”, declarou o ex-presidente da AFC, que foi acusado de subornar dirigentes do Caribe em troca de votos que elegeria o presidente da Fifa. 

“Nunca tentei subornar as pessoas e todos da CFU (Confederação Caribenha de Futebol) que participaram das reuniões têm certeza disso. Você [Blatter] ouviu isso de todas as testemunhas que você e Valcke trouxeram contra mim”, continuou o catariano.

“Ninguém neste mundo acredita que Valcke e Blatter são qualificados para lutar contra a corrupção. Se eles são sérios em relação ao combate à corrupção, deveriam ter a coragem de se voluntariar primeiramente como objetos de investigações desse tipo que caem sobre eles até hoje”, acusou o dirigente. 

Foto de Equipe Trivela

Equipe Trivela

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