Villa: O matador das Astúrias

O início dee carreira de David Villa não foi nada promissor. Aos 15 anos, o jovem foi reprovado em uma peneira realizada pelo Oviedo, da Espanha. Depois, cosneguiu um lugar nas categorias de base do Sporting Gijón, mas só fez a estréia pelo time B, aos 18 anos.

Mesmo em uma categoria de pouco destaque, o atacante conseguiu deixar uma marca. Na temporada de estréia, Villa fez 13 gols e ganhou uma chance na equipe A do Sporting Gijón, que estava na segunda divisão espanhola.

A subida de categoria não diminuiu a produtividade goleadora do jogador, que fez 39 gols em duas temporadas na segunda divisão espanhola. Foi o suficiente para atrair a atenção dos grandes clubes do país.

Em 2003, Villa, foi contratado pelo Zaragoza e conseguiu finalmente desfilar o seu potencial na primeira divisão. A equipe não tinha grandes ambições, mesmo assim, conquistou o título da Copa do Rei de 2004. Ao todo foram 32 gols em dois anos no Campeonato Espanhol, mais 4 na campanha do título da Copa do Rei e outros três na Copa da UEFA.

Suas atuações chamaram a atenção dos grandes clubes do mundo. Seria razoável supor que ele estaria vestindo a camisa de uma equipe de ponta na temporada 2005/6. E assim foi, ele transferiu-se para o Valência e logo na sua estréia não decepcionou.

A briga pela artilharia

A última temporada na Espanha foi monótona. O Barcelona era o favorito absoluto e confirmou tal status. Com a briga pelo título praticamente definida, um dos maiores atrativos da Liga tornou-se a disputa pela artilharia.

Nela estava David Villa. O jovem atacante despontou como principal goleador no início do campeonato, porém foi superado por Samuel Eto’o no final da competição.  No total, o jogador do Valencia anotou 25 tentos. Foi vice-artilheiro, com um gol a menos que o barcelonista.

O bom desempenho lhe valeu a prorrogação de seu contrato com o clube. O vínculo inicial ia até 2010 e foi estendido até 2013. Azar dos adversários que terão que ver o centroavante marcar gols na Liga Espanhola por muitos anos ainda.

O inicio na seleção e a Copa do Mundo

As boas atuações no Valencia renderam a David Villa uma oportunidade na seleção de seus país ainda no ano de 2005. O primeiro jogo foi diante de San Marino. Na ocasião, os espanhóis golearam por 5 a 0, mas Villa não balançou as redes.

Faltava o gol. Ele não demorou a chegar. Em novembro do mesmo ano, na partida diante da Eslováquia, o atacante, marcou o seu primeiro tento em jogos pela sua seleção.

E o sucesso não parou por aí: Villa fez parte da lista final do técnico Luiz Aragonés para o Mundial da Alemanha. Para espanto geral, o jovem jogador do Valência, barrou o astro Raúl e iniciou a competição como titular.

Logo na estréia dois gols na goleada diante da Ucrânia. Ele foi considerado um dos destaques da primeira rodada. O sucesso não parou por aí, jogando aberto pela ponta, ele voltou a marcar, em cobrança de pênalti, na partida em que a França eliminou a Espanha por 3 a 1 nas oitavas-de-finais.

Com os três gols marcados, Villa, foi juntamente com Fernando Torres o artilheiro da Espanha na Copa e nem o fracasso de seu país na Alemanha foram capazes de apagar os feitos do atacante no Mundial. Ele foi um dos jogadores mais acionados por seus companheiros durante a Copa. Foram em média 17 bolas recebidas por partida.

Foto de Equipe Trivela

Equipe Trivela

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