O dia seguinte

O dia seguinte em Londres amanheceu “quentinho”: uns 20 graus de começo de verão que a semana ainda não registrara. Os mancunianos já se foram, e os londrinos não pareciam mesmo muito preocupados com eles. Os barceloneses – muitos deles, a maior parte, talvez, falando espanhol, e não catalão – ficaram por aqui passeando, alguns poucos com a camisa do clube, outros com seus cachecóis, mas o jogo era apenas uma lembrança.

Nos jornais britânicos, loas ao Barcelona, “o melhor sem exceções”, segundo um deles. o time da “mágica de Messi”, segundo outro. No Sunday Telegraph, um aviso: são os meio-campistas que têm que se aposentar, não técnico. Evidente, parece.

E esse escriba aproveita para perguntar: colocando Messi nas alturas desta maneira, não subvalorizamos Xavi e Iniesta? O argentino foi mais importante que seus colegas no jogo de ontem, ou mesmo na campanha como um todo? Não estaria aí a chave para entender por que na Argentina Messi não joga bem enquanto a Espanha é campeã do mundo sem ele?

O melhor do mundo venceu, e Londres não parece muito triste com isso. Visca el Barça!

Foto de Equipe Trivela

Equipe Trivela

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