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Clássicos abrem semifinais da Copa Uefa

A rivalidade local dará o tom das partidas de ida das semifinais da Copa Uefa, nesta quinta-feira. A decisão do torneio será entre um time ucraniano e um alemão, já que de um lado da chave estão Dynamo Kiev e Shakhtar Donetsk, e do outro Werder Bremen e Hamburg.

Dynamo e Shakhtar não fazem exatamente um dérbi – as cidades estão separadas por 693 quilômetros – mas a rivalidade é acesa por se tratarem dos dois times que têm polarizado a disputa pelos títulos nacionais nesta década. Dos oito últimos campeonatos, cada um ganhou quatro.

O Dynamo, do técnico Yuri Semin, já teve um confronto nacional nesta temporada da Copa Uefa, eliminando o Metalist Kharkiv nas oitavas-de-final. O time tem no currículo dois títulos da extinta Recopa europeia, em 1975 e 1986, quando representava a União Soviética.

Para o primeiro jogo, em Kiev, Semin ainda não sabe se poderá contar com o meia Roman Eremenko, gripado, e com o atacante Artem Kravets, que se recupera de uma lesão na perna.

O Shakhtar chega pela primeira vez a uma semifinal europeia, o que valeu ao técnico Mircea Lucescu a renovação de seu contrato por mais duas temporadas.

Se o Campeonato Ucraniano está praticamente perdido para o Dynamo, que tem 12 pontos de vantagem a cinco rodadas do fim, o time de Donetsk pode se vingar do rival na Copa Uefa e também na Copa da Ucrânia, competição em que também se encontram nas semifinais.

Dérbi do norte

No Weserstadion de Bremen, o Hamburg quer deixar para trás a eliminação recente para o Werder na semifinal da Copa da Alemanha, com derrota nos pênaltis após empate por 1 a 1. As equipes fazem um dos principais clássicos do norte do país.

O técnico do HSV, Martin Jol, não deve contar com o atacante croata Mladen Petric, que sofreu um corte na perna e só deve ter condições para a partida de volta.

Os hanseáticos, campeões europeus de 1983, ainda estão na briga pelo título alemão. Apesar de ocuparem a quinta posição, estão a apenas três pontos do líder Wolfsburg, em uma disputa equilibrada pelo troféu.

O Werder, ao contrário, é apenas o décimo colocado e se concentra apenas nas copas. O principal título internacional da história do clube é a Recopa de 1992, conquistada na final contra o Monaco.

O meia brasileiro Diego, principal jogador da equipe, alertou para a importância de não sofrer gols em casa: “Uma vitória aqui é importante, ainda mais sem tomar gols. Sabemos do valor dos gols fora de casa neste campeonato e precisamos ser inteligentes e saber usar o regulamento a nosso favor”.

Para ver as declarações de Diego na íntegra, clique no ícone “Vídeo” ao lado da manchete.

Foto de Equipe Trivela

Equipe Trivela

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