Caça-fantasmas

O Palmeiras de Luxemburgo, já se disse em coluna há duas semanas, tem problemas, sim. O meio-campo é previsível, muitas vezes não marca, e a zaga é uma peneira desde que Henrique partiu para a Europa. Há, porém, um mérito significante no trabalho do treinador que voltou ao Palestra em 2008.

Jogar em casa deixou de ser um problema para o Palmeiras. No Parque Antártica, com Caio Júnior, os palmeirenses perderam a vaga na semifinal do Paulista, em derrota para o Guaratinguetá, caíram fora da Copa do Brasil, nos pênaltis contra o Ipatinga, e ainda deram adeus ao sonho da Libertadores, na última rodada do Brasileiro, com o insucesso no jogo final contra o Atlético Mineiro. Com Luxa, isso tem sido diferente.

Jogando para seus torcedores, o Palmeiras não perde desde o dia 06 de fevereiro, quando foi batido pelo Guaratinguetá, em São José do Rio Preto, enquanto o Palestra Itália estava em reforma. A outra foi para o Ituano, em Piracicaba.

Em 15 jogos no Parque Antártica em 2008, o Palmeiras não perdeu – foram 12 vitórias. No Brasileiro, só o Internacional tem aproveitamento semelhante ao palmeirense, 6 vitórias e 1 empate.

Contra o Flamengo, em mais um atrativo jogo do Brasileirão, nesta quarta à noite, o Palmeiras precisa vencer no Parque Antártica, novamente, para voltar a se aproximar dos primeiros colocados. Psicologicamente, está tudo ok. E a torcida deve comparecer em peso.

Foto de Equipe Trivela

Equipe Trivela

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