Após acusação de fraude, Austrália diz que não pressionará a Fifa
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A primeira-ministra da Austrália, Julia Gillard, afirmou nesta quarta-feira que não pressionará a Fifa em relação à escolha do Qatar como sede Copa do Mundo de 2022.
Na última terça-feira, o legislador britânico, Damian Collins, acusou o presidente da Confederação Africana de Futebol, Issa Hayatou, e o presidente da federação da Costa do Marfim, Jacques Anouma, de terem recebido US$ 1,5 milhão para votar no Qatar.
“Não estou aqui para criticar o sistema de votação da Copa do Mundo, mas estamos desapontados”, disse Julia Gillard. “Acreditamos que apresentamos uma candidatura impressionante e fizemos de uma maneira ética e apropriada.”
Quando questionada se era a favor de uma nova votação para a sede do Mundial de 2022, a primeira-ministra respondeu: “Essa pergunta deve ser direcionada à Fifa”.
A Austrália concorreu com Qatar, Coreia do Sul, Japão e Estados Unidos para receber a Copa de 2022. Como recebeu apenas um voto, os australianos foram eliminados na primeira fase da eleição.