Portugal

Sporting grafou o nome errado dos jogadores na camisa em ação contra a pirataria

Quem assistiu ao primeiro tempo da goleada por 5 a 1 do Sporting sobre o Arouca deve ter estranhado as camisas do clube de Lisboa, vice-líder do Campeonato Português. Os nomes dos jogadores estavam errados. Mas, na verdade, eles foram grafados dessa maneira de propósito em uma ação dos Leões contra a pirataria.

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O Sporting incumbiu uma agência de publicidade com a missão de formular uma ação contra os produtos falsos. O slogan que descolaram foi: “É quase a mesma coisa. Mas não é”. A ideia, com os nomes errados, foi mostrar como o torcedor está sujeito a se dar mal se embarcar na pirataria. “Essa campanha foi criada de forma a alertar para os grandes danos que a contrafacção (pirataria) causa a uma marca, neste caso ao Sporting CP, mas que se estende a tantas outras”, disse o presidente do clube Bruno de Carvalho.

Por isso, o nome João Mário tornou-se “J. Dário” nas costas da camisa do destaque do Sporting. Slimani virou “Eslimani”, Teo Gutierrez, “Guterres” e assim por diante. “Tal como R. Patríssio não é o mesmo que R. Patrício, uma camisa do Sporting Clube de Portugal não é o mesmo que uma outra, comprada de vendedores na rua”, afirmou o clube, em um comunicado.

A camiseta oficial da atual temporada do Sporting custa € 74.99 (equivalente a R$ 300), o mesmo que o Porto cobra pelo seu uniforme principal. O do Benfica é € 10 (R$ 40) mais caro.

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Foto de Bruno Bonsanti

Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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