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Yankeeball: O “novo” capital estadunidense no futebol global

O dinheiro americano invade o futebol europeu e tratamos sobre como isso acontece, por que e as razões para procurar oportunidades fora dos EUA

Você já percebeu que o dinheiro de americanos começou a entrar com força no futebol europeu? Não é por acaso. O pessoal do Na Bancada convidou este que vos escreve para participar de uma live sobre o assunto e a conversa foi muito produtiva. Falamos sobre os motivos dos americanos buscarem esse investimento, qual é o modelo que buscam, por que por vezes preferem investir no futebol europeu a fazer isso no próprio país e muito mais.

Contamos como os americanos são protagonistas no futebol há algum tempo e talvez você já não tenha percebido. Não falamos de dentro de campo, claro, mas há outros fatores: os direitos de TV mais caros do mundo para a Copa do Mundo são dos Estados Unidos, onde o evento é muito apreciado; o país que mais manda torcedores em todas as Copas do Mundo desde 2006 são os americanos. Perceba que o Fifagate, que rolou em 2015, não foi por acaso. Aliás, escrevemos sobre isso aqui no dia que o Fifagate explodiu: Entenda por que os Estados Unidos foram responsáveis pela prisão de dirigentes da Fifa.

Confira a live abaixo!

Investidores norte-americanos estão avançando sobre o futebol europeu (e global) de forma voraz nessa retomada econômica pandêmica. La Liga já bateu o martelo quanto a uma acordo bilionário com a CVC enquanto a Serie A italiana negocia com outro grupo. Diversos clubes são adquiridos por fundos estadunidenses a todo instante.

O que está por trás desse movimento? Uma nova era de riquezas no futebol global?

Conversamos com João Ricardo Pisani, Luciano Motta e Felipe Lobo para perceber as movimentações dentro da indústria esportiva dos Estados Unidos para tentar entender essa investida.

Spoiler: Copa do Mundo, saturação de franquias, excedente de capital…

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Felipe Lobo

Formado em Comunicação e Multimeios na PUC-SP e Jornalismo pela USP, encontrou no jornalismo a melhor forma de unir duas paixões: futebol e escrever. Acha que é um grande técnico no Football Manager e se apaixonou por futebol italiano (Forza Inter!) desde as transmissões da Band. Saiu da posição de leitor para trabalhar na Trivela em 2009.

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