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Os cinco piores negócios do futebol em 2023

Analisando o custo-benefício de contratações multimilionárias (e até bilionárias), a Trivela elencou os piores negócios do futebol em 2023

O ano do futebol termina com negociações que não mostraram resultados de imediato, apesar do altíssimo investimento em alguns nomes. Superestrelas mudaram de clubes, mas sofreram até com problemas extracampo e ainda estão longe de renderem o esperado nas novas casas.

Diante deste contexto, a Trivela mostra os cinco piores negócios do futebol no ano de 2023. O principal critério utilizado tem a ver com valor da transferência e o desempenho em campo, atrapalhado ou não por lesões, suspensões e atuações quem do esperado.

5. Kolo Muani (PSG)

Do gol desperdiçado na prorrogação da final da Copa do Mundo, em lance marcado pela defesa de Dibu Martínez, para um início tímido no Paris Saint-Germain. Contratado por 90 milhões de euros (R$ 480 mi) no último dia da janela e com a expectativa de substituir Neymar, Kolo Muani ainda não embalou.

Em 18 jogos com a camisa do clube francês são cinco gols e duas assistências. Titular nos seis jogos da Champions, Kolo Muani ainda busca embalar no Campeonato Francês, competição na qual começou só quatro dos 12 jogos em que atuou. 

Ainda pouco para quem chegou com a responsabilidade de substituir Neymar e tornar-se um coadjuvante importante para Mbappé.

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4. Mason Mount (Manchester United)

Mount trocou o Chelsea pelo Manchester United, porém de longe não lembra o meio-campista de regularidade que representou a equipe da capital da Inglaterra.

O United pagou 69 milhões de euros (R$ 365 mi) pelo meio-campista, que chegaria ao time para acertar o meio-campo e tornar o time mais competitivo. Não foi o que aconteceu até o momento.

O inglês de 24 anos sofreu duas lesões na atual temporada e tem prazo de retorno desconhecido. O Manchester United trata com cautela todo o processo. Mount jogou apenas 12 jogos, sete deles como titular e com uma assistência distribuída.

3. Moises Caicedo (Chelsea) 

Outro enorme investimento do Chelsea ainda sem grande impacto ocorreu na janela de início da temporada e ultrapassou os 100 milhões de euros. O time londrino pagou 133 mi (R$ 719 na cotação de agosto) e comprou Moisés Caicedo, do Brighton.

O equatoriano, um dos nomes mais desejados do mercado, rapidamente virou titular da equipe, porém oscila em concordância ao desempenho da equipe na atual temporada. O Chelsea ocupa apenas a zona intermediária da tabela, longe da briga por vagas europeias.

 2. Mudryk (Chelsea)

Contratado ainda em janeiro por 70 milhões de euros (R$ 380 milhões na cotação da época) e 30 mi de bônus (R$ 165 mi), Mykhailo Mudryk ainda não é a estrela que o Chelsea precisa para retomar o patamar de postulante ao título da Premier League.

Herói em jogo recente contra o Newcastle pela Copa da Liga, Mudryk, dono da camisa 10 do Chelsea, vive uma segunda temporada tímida, após participar da segunda parte de 2022-2023.

São 17 partidas com a camisa dos Blues com nove aparições como titular. O ucraniano de 22 anos anotou apenas três gols e distribuiu uma assistência. Pouco para quem foi alvo de mercado entre Chelsea e Arsenal, chegando tão em alta na Inglaterra.

1. Neymar (Al-Hilal)

O reforço estatal nas equipes principais da Arábia Saudita movimentou o mercado em 2023 e culminou na transferência mais impactante do ano. A ida de Neymar do PSG para o Al-Hilal veio cercada de expectativa, mas ainda não corresponde ao esperado.

A estrela brasileira custou 90 milhões ao time saudita e atuou em apenas cinco partidas pela equipe, anotando um gol. Em uma infelicidade, Neymar se machucou pela Seleção Brasileira e precisou operar o joelho no começo de novembro. 

O retorno será somente na próxima temporada, quando será iniciado o último ano de contrato do atacante com o Al Hilal. Sim, o acordo milionário só prevê a permanência do craque brasileiro por dois anos no futebol saudita.

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