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Suíça: não é só ferrolho, mas a dificuldade em marcar gols é um problema

Onde vai se dar bem:

A defesa continua muito forte. Chega à Copa do Mundo depois de duas edições nas quais sofreu apenas um gol em sete partidas. Tem o trabalho consolidado de Ottmar Hitzfeld, no comando da equipe desde 2008 e jovens de qualidade, como Shaqiri, Xhaka e Seferovic.

Onde vai se dar mal

A Suíça enfim produziu bons jogadores ofensivos e não é tão limitada na frente quanto foi nos últimos tempos. Ainda assim, não tem um ataque tão poderoso e perdeu e perdeu a referência no ataque com a aposentadoria de Alexander Frei.

Quem pode desequilibrar

Xherdan Shaqiri tem velocidade e criatividade suficiente para quebrar defesas, como fez algumas vezes pelo Basel e pelo Bayern de Munique. Não foi titular ou uma das primeiras opções de Pep Guardiola, mas participou de 17 partidas do Campeonato Alemão, apesar de algumas lesões. É o jogador mais talentoso da sua geração.

A carta na manga

Stephan Lichtsteiner pode ser a surpresa descendo em velocidade pela lateral direita, como faz no esquema com três zagueiros da Juventus. É uma válvula de escapa importante nos contra-ataques de uma equipe que sabe se defender muito bem.

Até onde deve chegar

Tem time bom o bastante para passar em segundo lugar no Grupo E sem grandes problemas, embora o Equador assuste. Deve parar nas oitavas de final porque cruza com a chave da Argentina.

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Foto de Bruno Bonsanti

Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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