Copa da ItáliaItália

O golaço de Pjanic foi o ápice do primeiro tempo arrasador da Juve, eliminando o Milan

Líder absoluta da Serie A, a Juventus figura entre os melhores também na Copa da Itália. A Velha Senhora tinha um compromisso difícil contra o Milan, algoz no primeiro turno do Italiano e também na Supercopa. Entretanto, os bianconeri trataram de se impor e repetiram a festa da decisão da Copa em 2016, batendo os rivais. Triunfo por 2 a 1 em Turim, que contou com uma atuação imponente dos juventinos durante o primeiro tempo, abrilhantada pelo golaço de falta de Miralem Pjanic.

A Juve não tomou conhecimento do Milan na primeira etapa. Arrasador, o time da casa anotou dois gols em 21 minutos. Paulo Dybala abriu a contagem livre na área, após erro da zaga rossonera. Na sequência, Pjanic bateu falta com perfeição, no ângulo, longe do alcance de Gianluigi Donnarumma. E poderia ser mais, não fosse o tento bem anulado de Sami Khedira. O time de Massimiliano Allegri estava insaciável ofensivamente.

Já na segunda etapa, a Juventus diminuiu o ritmo. A equipe recuou e o Milan passou a ter mais a bola, sonhando com uma reação. Até conseguiu diminuir, aos oito minutos, em ótimo de Carlos Bacca. Contudo, os ânimos dos visitantes se esfriaram instantes depois, quando Manuel Locatelli recebeu o segundo amarelo. Apesar da inferioridade numérica, os rossoneri permaneciam no campo de ataque. Só que os juventinos também criaram suas oportunidades para matar o jogo, sem aproveitar. Por fim, o placar permaneceu inalterado, ratificando a celebração da torcida local.

Nas semifinais, a Juventus encara mais uma pedreira, cruzando com o Napoli. Já a outra chave será definida a partir dos duelos entre Internazionale x Lazio e Roma x Cesena, que acontecem na próxima semana.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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