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Bélgica e Itália pararam aos 39 minutos para lembrar os mortos da Tragédia de Heysel

Quando a torcida do Liverpool recuou para encenar um ataque à da Juventus, na final da Copa dos Campeões da Europa de 1985, centenas de torcedores, a maioria italianos e da fãs da Velha Senhora, saíram correndo, em desespero. O preço dessa irresponsabilidade foi 600 feridos e 39 mortos no episódio que ficou conhecido como a tragédia de Heysel, nome do estádio belga onde a partida estava sendo disputada. Trinta anos depois, as dezenas de apaixonados por futebol que perderam suas vidas foram lembrados no amistoso entre Bélgica e Itália, nesta sexta-feira.

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A partida amigável foi realizada nos mesmos metros quadrados aonde aquelas pessoas morreram. Mas Heysel agora se chama Rei Baudouin, em homenagem a um monarca da Bélgica que havia morrido anos antes da remodelação do estádio. Aos 39 minutos, os dois times deixaram a bola de lado para aplaudir, junto com a torcida e comissão técnica, os nomes dos 39 mortos que passaram no telão.

 

Antes da partida, a delegação italiana visitou o memorial do desastre. Buffon e Chiellini, bandeiras da Juventus, depositaram flores e ficaram visivelmente emocionados.

Buffon e Chiellini depositam flores no memorial de Heysel (Foto: AP)
Buffon e Chiellini depositam flores no memorial de Heysel (Foto: AP)
A delegação italiana no memorial de Heysel (Foto: AP)
A delegação italiana no memorial de Heysel (Foto: AP)

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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