Inglaterra

Vardy fala sobre recusa ao Arsenal: “Foi uma decisão fácil”

Jamie Vardy tem uma história de vida incrível, inclusive com muitos erros graves que o fizeram parar atrás das grades. Entre erros e acertos, acabou subindo rapidamente no futebol das categorias inferiores do futebol inglês para o nível internacional atuando pela seleção inglesa. Pouco antes da Eurocopa, uma proposta do Arsenal parecia que levaria o jogador para o estádio Emirates. Não levou. Uma decisão que ele não tinha falado até agora, começo a da pré-temporada.

“Eu sempre disse que a irmandade no Leicester é inacreditável. Pessoalmente, eu sinto que tenho muitos negócios não terminados aqui. Não foi uma grande decisão, foi bem fácil, aqui é onde eu queria estar”, afirmou Vardy após o jogo contra o PSG.

A transferência de Vardy era dada como certa. O clube londrina fez uma proposta oficial no valor da sua multa rescisória e, portanto, ele poderia sair se quisesse. Não quis. “Eu estava fora com a Inglaterra”, ele afirmou. Quando perguntado se ele falou com alguém do Arsenal, como o técnico Arsène Wenger, ele foi sucinto: “Não”.

Vardy ficou e agora terá uma temporada cheia pelo Leicester, com Champions League para ser disputada. Outra das estrelas do time, o argelino Riyad Mahrez é especulado para deixar o time. Vardy, de 29 anos, torce para que o companheiro fique. “Eu acho que todo mundo no elenco quer que ele fique jogando com a gente”, disse. “Mas isso não tem nada a ver com a gente, é com o Riyad e o clube para lidar com isso”.

Na temporada 2015/16, que Vardy viveu o conto de fadas, Vardy marcou 24 gols em 38 jogos na temporada. Só na Premier League foram 24 gols. Atualmente, seu valor de mercado, segundo o site Transfer Markt, é de € 18 milhões. Em 2012, quando foi contratado pelo Leicester junto ao Fleetwood Town, custou € 1,24 milhão e era avaliado em € 100 mil. Já valeu a pena.

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Felipe Lobo

Formado em Comunicação e Multimeios na PUC-SP e Jornalismo pela USP, encontrou no jornalismo a melhor forma de unir duas paixões: futebol e escrever. Acha que é um grande técnico no Football Manager e se apaixonou por futebol italiano (Forza Inter!) desde as transmissões da Band. Saiu da posição de leitor para trabalhar na Trivela em 2009.

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