Inglaterra

Stevenage relacionou um goleiro de 55 anos para partida da quarta divisão inglesa

Em 1988, Dave Beasant defendia o gol do Wimbledon no título da Copa da Inglaterra e, no último sábado, quase virou o jogador profissional mais velho da história da Inglaterra, aos 55 anos, depois ser relacionado pelo Stevenage para uma partida da quarta divisão do país contra o Carlisle United. No entanto, o veterano ficou no banco de reservas e não entrou em campo na derrota do seu time por 3 a 0.

Beasant trabalha no clube como preparador de goleiros e precisou ser chamado às pressas porque o seu filho Sam, que divide as ações de goleiro do time com Chris Day, se machucou. Ele não atuava em um jogo profissional desde a temporada 2002/03, pelo Brighton and Hove Albion, quando tinha 43 anos. Ano passado, disputou uma partida amadora da Sourthern League pelo Greenford United. O mais velho jogador profissional do qual se tem registro é Neil McBain, que era técnico do New Brighton, em 1947, mas precisou pegar no gol contra o Hartlepool, aos 51 anos, depois de uma série de lesões.

O Twitter do clube aproveitou para tirar sarro da situação. Afirmou primeiro que a idade combinada dos goleiros do time naquela partida era de 94 anos (Day tem 39 anos). Depois, decepcionou a torcida ao informar que perucas com a característica cabeleira do goleiro (foto) não estavam disponíveis na loja do Stevenage.

Beasant chegou a defender a seleção inglesa em 1989, quando Bobby Robson o chamou para as partidas contra a Itália e a Iugoslávia (para você ter ainda mais noção da idade dele). Por Wimbledon, Newcastle, Chelsea e Southampton, tem 774 partidas de liga inglesa. É um personagem interessante da história do futebol inglês, que quase ganhou mais uma frase para colocar no seu currículo.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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