Inglaterra

O desespero de Ings: pela segunda vez seguida, fora da temporada por lesão

Depois de uma boa temporada pelo Burnley, Danny Ings foi contratado pelo Liverpool, ano passado, por um baixo valor. Uma aposta de baixo risco em um jogador acostumado à Premier League. E ainda não dá para saber se foi ou não um bom negócio. Pela segunda vez, a temporada do atacante inglês terminou precocemente por causa de uma séria lesão no joelho. Sofreu uma lesão na cartilagem e ficará fora de sete a nove meses.

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Na última temporada, Ings rompeu o ligamento cruzado do joelho durante um treinamento, na metade de outubro. Jürgen Klopp havia acabado de chegar. O atacante voltou a jogar apenas na última rodada da Premier League, com 26 minutos diante do West Brom. Foi bem utilizado durante a pré-temporada e treinava com o time sub-23 para recuperar a forma física. Pela equipe principal, realizou apenas duas partidas, ambas desde o banco de reservas, na Copa da Liga Inglesa.

A última foi semana passada, quando ele entrou no lugar de Divock Origi, contra o Tottenham, seu primeiro jogo em Anfield em mais de um ano – o que motivou a torcida a apoiá-lo bastante -, e sofreu a lesão na cartilagem ao tentar roubar uma bola para o Liverpool.

“Dizer que estamos chateados seria um eufemismo. Ele é um grande garoto e trabalhou muito duro. Merece mais sorte do que isso”, disse o técnico Klopp. “É típico da personalidade de Danny, dentro e fora de campo, que ele tenha se machucado no joelho ao corajosamente tentar recuperar a bola para o time. Mas é essa mesma personalidade que significa que ele voltará tão bom e tão forte como fez no passado”.

Formado pelo Bournemouth, Ings destacou-se na temporada 2014/15 da Premier League, com 11 gols em 35 jogos pelo Burnley.

Foto de Bruno Bonsanti

Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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