Inglaterra

Na despedida de Rooney, quem brilhou foi o futuro da seleção inglesa

Jordan Pickford; Trent Alexander-Arnold, Lewis Dunk, Michael Keane e Ben Chilwell; Fabian Delph, Harry Winks e Dele Alli; Jadon Sancho, Jesse Lingard e Callum Wilson. Essa foi a escalação da seleção inglesa contra os Estados Unidos, nesta quinta-feira, e há 38 anos, segundo o Guardian, a Inglaterra não colocava em campo um time titular tão inexperiente. Esses 11 jogadores somavam 94 partidas entre eles, um número que ganha perspectiva em contraste com quem estava sentado no banco de reservas. A ocasião era uma homenagem a Wayne Rooney, 120 jogos pelo time nacional, que faria sua despedida no segundo tempo, com uma aparição de 33 minutos na vitória inglesa por 3 a 0, em Wembley.

A homenagem foi bonita – e merecida. Entrou em campo com os filhos e recebeu uma guarda de honra, com Harry Kane e o presidente da Federação Inglesa, Greg Clarke. Vestindo camisa 10, Rooney entrou no lugar de Lingard, colocou a braçadeira de capitão no braço, e arriscou uns chutes. Fez combinações com os companheiros mais jovens e quase marcou, nos minutos finais, para selar uma noite de sonhos. No entanto, Brad Guzan conseguiu impedir que o maior artilheiro da história da seleção inglesa estendesse seu recorde em sua última partida.


Simbolicamente, o maior brilho da noite não foi do veterano que ia embora, mas dos jovens que vêm chegando e fazendo a torcida inglesa sonhar. Jadon Sancho, 18 anos, fez seu primeiro jogo como titular pela Inglaterra, mostrando as qualidades de bom passador que vem demonstrando no Borussia Dortmund. Depois de Lingard abrir o placar, com um chute com efeito, Alexander-Arnold anotou seu primeiro gol com a camisa branca. E no segundo tempo, Callum Wilson, em seu primeiro jogo pela seleção, fechou o placar, em 3 a 0.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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