Inglaterra

Moyes diz que não há pânico por renovação de Rice e reitera intenção de não vendê-lo

Rice teria recusado uma terceira proposta de renovação, mas Moyes se sente seguro com contrato atual que ainda tem três anos e meio de duração

Embora ainda tenha três anos e meio de contrato, Declan Rice é frequentemente associado a transferências a clubes mais ricos, como Manchester United e Chelsea, mas o seu atual técnico, David Moyes, está tranquilo com a situação, apesar de o volante ter recusado três propostas de renovação de contrato do West Ham, segundo a imprensa inglesa, e reiterou que não tem a menor intenção de vendê-lo.

No começo de abril, Moyes afirmou que as £ 100 milhões que custariam para tirá-lo do West Ham no começo da temporada eram um preço “barato” e que neste momento seriam necessárias mais de £ 150 milhões para os Hammers considerarem fazer negócio, e há poucos clubes no mundo que poderiam pensar em tanto investimento.

Claro que três anos e meio de contrato dão muito poder de barganha ao West Ham, mas geralmente quando há muitas especulações em torno de um jogador, a renovação, mesmo que precoce, costuma ser um bom sinal de que a intenção em curto prazo é permanecer.

“Nós não dissemos isso (que Rice recusou mais uma proposta de renovação). A menos que você tenha aí quem disse, eu não posso falar. Dissemos o que pensamos. Que Declan tem três anos e meio de contrato, então não acho que há muito pânico. Temos três anos e meio, então (a renovação) não é a maior prioridade. Temos outras prioridades, tentando aumentar o elenco e contratar jogadores em outras posições”, disse.

“Talvez ele simplesmente queira mais dinheiro. As pessoas recusam contratos. Não é incomum que jogadores recusem contratos. Talvez seja uma tática de negociação”, acrescentou, antes de ser questionado se a saída de Antonio Rüdiger do Chelsea, confirmada por Thomas Tuchel, significa que mesmo os clubes mais ricos do mundo às vezes têm dificuldades para manter seus jogadores.

“A diferença é que Rüdiger ficará sem contrato. Nós ainda temos três anos e meio. Essa é a diferença. Eu vendi Wayne Rooney (em 2004), e o Everton ficou melhor. Nem sempre significa que as coisas não acontecem. Dissemos antes que não temos intenção de vendê-lo, então não sei por que vocês continuam perguntando”, encerrou.

O West Ham perdeu para o Chelsea no fim de semana, mas continua em sétimo lugar no Campeonato Inglês, observado de perto por Wolverhampton, Newcastle e Leicester, um pouco mais para trás. Nesta semana, terá o primeiro jogo da semifinal da Liga Europa contra o Eintracht Frankfurt, no leste de Londres.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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