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Jogador por jogador, as notas de Uruguai 2 x 1 Inglaterra

Uruguai

Muslera – 7

Vacilou em uma jogada no começo, mas fez boa defesa em bola à queima-roupa de Rooney. Não teve culpa no gol da Inglaterra.

Cáceres – 6

Desta vez no lado direito da defesa, passou pouco do meio-campo e fechou bem o seu setor.

Godín – 5

Não pareceu muito seguro. Cometeu uma falta boba no começo do jogo, pela qual levou cartão amarelo, e foi driblado muito facilmente por Glen Johnson no lance do gol inglês.

Giménez – 6,5

Aos 19 anos, entrou em um jogo de Copa do Mundo contra uma adversária tradicional como a Inglaterra e fez boa partida. Um dos melhores da linha de defesa.

Álvaro Pereira – 6,5

Levou uma joelhada no rosto e fez questão de ficar em campo. Demonstração gigante de raça. Roubou seis bolas, mas poderia ter apoiado mais o ataque.

Arévalo Rios – 6,5

Foi muito bem na proteção à zaga. Ganhou todas pelo alto e não permitiu que o meio-campo da Inglaterra jogasse tranquilo.

Cristian Rodríguez – 6

Foi uma válvula de escapa importante pela esquerda, quase abriu o placar para o Uruguai.

Álvaro González – 6

Também fez boa partida no aspecto defensivo. Desarmou bem e atrapalhou o bom meio-campo da Inglaterra.

(Jorge Fucile) – 5,5

Entrou para fechar o lado esquerdo e puxar o contra-ataque. Não fez nenhuma dessas coisas tão bem assim.

Nicolás Lodeiro – 5,5

Na ligação, apareceu pouco e foi substituído na metade do segundo tempo. Destoou do meio-campo.

(Christian Stuani) – 5

Entrou para ajudar na armação, mas mal foi notado.

Edinson Cavani – 7,5

Com Suárez ao lado, subiu de produção e foi muito perigoso. Deu o passe para o gol, sempre ameaçou e até segurou a bola quando foi necessário.

Luis Suárez – 9

O time é outro com Suárez. Tem mais confiança e um homem na frente, sempre brigando pelas bolas e pronto para decidir a partida. Fez dois belos gols e garantiu a vitória para o Uruguai.

(Sebastian Coates) – sem nota

Entrou nos últimos minutos para Suárez descansar um pouco

Inglaterra

Joe Hart – 6

Não teve propriamente culpa nos gols, mas no segundo a bola passa muito próxima ao seu rosto. Ainda salvou um gol olímpico de Suárez.

Glen Johnson – 6

Sempre uma ameaça quando vai à frente. Fez uma bela jogada no gol de Rooney.

Gary Cahill – 5

É simples: a bola chegou perto de Cahill, ele a chutou para onde estivesse virado. Como toda a defesa inglesa, não alcançou Suárez no segundo gol.

Phil Jagielka – 4

Errou completamente o tempo de bola no primeiro gol de Suárez e deixou o atacante uruguaio cabecear sem maiores problemas.

Steven Gerrard – 4

Perdeu a bola no lance do primeiro gol, não apareceu no ataque para chutar, não fez lançamentos e só apareceu mesmo nas bolas paradas. Partida ruim do capitão inglês.

Jordan Henderson – 4

Henderson também foi mal. Foi engolido pelo trio de meio-campo do Uruguai, não defendeu e nem apareceu no ataque com eficiência.

(Rickie Lambert) – sem nota

Entrou no fim e mal pegou na bola.

Wayne Rooney – 6,5

Foi o melhor da Inglaterra com sobras. Apareceu constantemente no ataque, colocou uma bola na trave e chutou outra em cima de Muslera. Mas, no fim, estava no lugar certo para desencantar e empatar para a Inglaterra.

Raheem Sterling – 5

Foi muito participativo, mas pouco produtivo. Pedia sempre a bola, corria pelas pontas, mas criou muito pouco para os outros atacantes.

(Ross Barkley) – 5

Entrou para reforçar o meio-campo e melhorar a armação, mas também não fez muita coisa.

Danny Welbeck – 3,5

Corre, corre, corre e erra. Foi o pior inglês em campo porque praticamente não acertou nenhuma jogada.

(Adam Lallana) – 5

Participou melhor da partida pelo lado esquerdo depois da saída de Welbeck, o que não exige muito também.

Daniel Sturridge – 5,5

Não foi excelente, como pode ser, mas ameaçou a defesa uruguaia. Teve algumas chances, especialmente um chute colocado que Muslera defendeu.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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