Futuro de Rooney segue indefinido após reunião

O futuro do atacante Wayne Rooney, do Manchester United, segue indefinido depois da reunião mantida nesta quinta-feira pelo técnico da equipe, Alex Ferguson, com o diretor-executivo do clube, David Gill.
Em comunicado, o Manchester anunciou que o resultado das conversas com o agente de Rooney “será esclarecido em um futuro próximo, mas hoje não houve avanços a serem informados”.
O atacante confirmou ontem que quer deixar o clube inglês, uma decisão que já havia relatado na semana passada a Gill.
O clube ao qual Rooney chegou com 18 anos, em agosto de 2004, procedente do Everton, confirmou que ao longo desta quinta-feira houve várias reuniões, entre elas uma com o representante do jogador.
“O resultado dessas reuniões será esclarecido em um futuro próximo. Enquanto isso, pedimos aos torcedores que tenham paciência”, acrescenta o Manchester na nota, divulgada logo depois do encontro entre Ferguson e Gill no estádio Old Trafford, de onde ambos saíram sem falar com a imprensa.
Rooney anunciou seu desejo de deixar o Manchester devido ao fato de o clube não poder oferecer nenhuma das garantias que ele quer sobre o futuro do elenco e possibilidade de contratação de bons reforços.
Após ter conhecimento da declaração do atacante, o técnico escocês se pronunciou sobre o assunto durante a entrevista coletiva posterior à vitória de sua equipe (1 a 0) contra o Bursaspor, pela Liga dos Campeões, e disse que quer resolver o assunto antes que se transforme no que chamou de saga.
Ferguson, que disse não entender os motivos pelos quais Rooney decidiu sair, sugeriu que os detalhes sobre a venda do atleta inglês poderiam ser decididos na reunião desta quinta.
Finalmente, o treinador chegou ao Old Trafford, em vez de ir ao centro de treinamento, como se esperava, e manteve uma conversa de aproximadamente uma hora com Gill.
O que parece ser oficial, de acordo com a agência de notícias britânica “Press Associated”, é que o jogador deixará os Red Devils em janeiro, apesar de seu contrato terminar apenas em 2012. (EFE)



