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Futebol Feminino: Grupo E

Criada especialmente para as Olimpíadas, a seleção feminina do Reino Unido também gerou controvérsias. A equipe foi formada pela Football Association e, apesar das manifestações contrárias das outras federações, a técnica Hope Powell juntou duas escocesas ao grupo. O restante da base é formada por jogadoras da seleção inglesa, atual vice-campeã europeia. Quinze delas estiveram na campanha invicta na Copa de 2011, quando a equipe foi eliminada nas quartas de final. Já as referências são as meio-campistas Fara Williams e Jill Scott, além da artilheira Kelly Smith, terceira melhor jogadora do mundo em 2009.

As maiores concorrentes das anfitriãs são justamente as brasileiras, que não vivem mais a fase esplendorosa de alguns anos atrás. O time treinado por Jorge Barcellos ainda é candidato ao pódio, embora pareça distante de repetir a final olímpica, como fez em 2004 e 2008. A pouco empolgante campanha na Copa de 2011, com eliminação nas quartas de final, é prova disso. A camisa 10 Marta segue como o grande diferencial da equipe. Já entre as coadjuvantes, enquanto jogadores experientes como Formiga e Aline Pellegrino seguem no time, outros nomes começam a ganhar espaço, entre elas a atacante Thaisinha e a meio-campista Érica.

Dominante na Oceania, a Nova Zelândia vem para a sua segunda participação nas Olimpíadas sem grandes perspectivas. E, mesmo sem nunca terem vencido em competições internacionais, as Kiwis têm demonstrado boas perspectivas para o futuro, depois de darem trabalho para as adversárias na Copa do Mundo de 2011. O técnico Tony Readings mescla jogadoras experientes com algumas promessas. O elenco é rodado, com 11 atletas de clubes europeus ou americanos, e os destaques são a capitã Rebecca White, a meio-campista Ali Riley e a atacante Amber Hearn.

Por fim, a principal candidata a ficar com a lanterna da chave é a seleção de Camarões, em sua primeira participação em torneios internacionais. Mesmo frequentando as primeiras posições nos torneios africanos, as Leoas surpreenderam ao eliminar no pré-olímpico a Nigéria, hegemônica no continente. A maioria do elenco atua no próprio país. Os principais destaques da equipe, entretanto, jogam no exterior: a meio-campista Françoise Bella e a artilheira Madeleine Ngono Mani.

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