Inglaterra

Em vez de pizza, Ranieri promete McDonald’s aos jogadores do Fulham se eles não sofrerem gols

Entre as diversas anedotas deliciosas da caminhada do título da Premier League conquistado pelo Leicester, uma delas era a promessa que Claudio Ranieri fez aos seus jogadores, em um momento em que o time levava muitos gols: cada partida sem ser vazado valia uma visita à pizzaria. Mas a situação do Fulham, novo clube do italiano, é tão complicada na defesa que Ranieri acredita que pizza não é suficiente.

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“Eu tenho que prometer algo a mais. Talvez seja melhor todo mundo ir ao McDonaldos”, afirmou o técnico, em sua apresentação, na última sexta-feira. A preocupação de Ranieri não é à toa. O Fulham, além de lanterna da Premier League, sofreu 31 gols em 12 rodadas e não terminou um jogo sem ser vazado pelo menos uma vez. “O Fulham concede muitos gols. Sou um treinador italiano e, para nós italianos, é importante manter a meta intacta”, completou.

Ranieri quer adotar uma postura mais pragmática: não adianta jogar bem e perder. “Se isso acontecer, é um grande problema. O Fulham jogou tão bem contra o Manchester City, por exemplo, e perdeu. Jogou tão bem contra o Liverpool e perde. Espero jogar pior do que nessas duas partidas e vencer. Isso é o mais importante”, disse.

A reputação de Ranieri o procede. Provavelmente, não faltam torcedores do Fulham sonhando com um milagre parecido ao que ele realizou no Leicester. No entanto, o técnico italiano quer pés no chão. “Aquilo foi um bônus, um conto de fandas. Esqueça. Agora, o importante não é pensar em milagres. Haverá muitas batalhas. O importante é estarmos prontos, juntos – o clube, os jogadores ,os torcedores, todos juntos. Eles têm que nos apoiar nos momentos ruins. Este é um momento ruim”, encerrou.

 

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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