Copa da Liga InglesaEuropa

Chelsea conseguiu grande vitória para interromper a espiral negativa em que entrou

O Chelsea fez um gol, começa por aí, e derrotou o Brighton, apenas sua terceira vitória com Mauricio Pochettino

O Chelsea havia marcado dois gols contra adversários de elite nesta temporada, se considerarmos que o Luton Town ainda parece mais um time de segunda divisão. Passara em branco nos seus últimos três compromissos, contra Nottingham Forest, Bournemouth e Aston Villa. Então fazer um gol já era um feito significativo nesta quarta-feira em Stamford Bridge, contra o Brighton, e vencê-lo por 1 a 0 para avançar na Copa da Liga Inglesa foi mais ainda.

A atuação em si não foi excepcional, ou um sinal de evolução do trabalho de Mauricio Pochettino, mas o resultado dá um alívio danado a um começo de temporada muito irregular. Foi apenas a terceira vitória, fazendo companhia aos triunfos sobre Luton Town e Wimbledon, na fase anterior da competição. E se o Brighton estava bastante modificado em relação ao fim de semana, Roberto de Zerbi escalou um time forte, com Ansu Fati, Mitoma e João Pedro na linha ofensiva.

Jogo travado

Stamford Bridge teve que se contentar com um primeiro tempo travado. Foram apenas três finalizações no alvo, duas para os donos da casa, e uma para o Brighton, que criou suas melhores chances aproveitando erros do goleiro Robert Sánchez na saída de bola. Isso depois da ótima jogada de Kaoru Mitoma pela ponta esquerda nos minutos iniciais. Deixou Cucurella na saudade, foi à linha de fundo e cruzou para a boca do gol, procurando Ansu Fati. Sánchez cortou.

No entanto, o goleiro espanhol, barrado no próprio Brighton pelo mais experiente Jason Steele na última temporada, foi mesmo o principal camisa 10 das Gaivotas. Aos 23 minutos, deu o passe na direção de João Pedro, que se empolgou um pouco e tentou marcar com uma cavadinha. A bola passou milímetros acima do travessão. Pouco depois, Carlos Baleba bateu a carteira de Caicedo na entrada da área, e Fati chutou à queima-roupa. Sánchez se redimiu com uma boa defesa.

O Chelsea criou muito pouco – acredita? Uma das melhores chegadas foi bem no fim do período, com Mudryk escapando pela esquerda. Cruzou rasteiro para Cole Palmer desviar na primeira trave. Mandou para fora.

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Nico Jackson encontras redes

Entre os problemas ofensivos do Chelsea, Nico Jackson virou alvo de gozação desde que foi contratado do Villarreal porque realmente tem perdido algumas chances incríveis. Seu único gol com a camisa azul havia sido contra o Luton Town. Mas ele foi preciso aos cinco minutos do segundo tempo para desviar sutilmente o passe de Cole Palmer no canto do goleiro Bart Verbruggen, que ficou pregado no chão e nem se mexeu.

Mas perdeu uma ótima oportunidade de ampliar pouco depois, embora os méritos sejam de Verbruggen, que esticou a perna esquerda para bloquear a finalização de Jackson, cara a cara. O senegalês chegou a balançar as redes novamente, após boa jogada trabalhada, mas a arbitragem identificou impedimento na hora do desvio de Cole Palmer pelo meio.

O Brighton poderia ter empatado. Aos 28 minutos, Sánchez fez uma linda defesa para espalmar a cabeçada à queima-roupa de Solly March na segunda trave, e, já nos acréscimos, Pervis Estupiñán saiu livre, na cara do espanhol, mas bateu mal, mais cruzado que na direção do gol. Dois minutos depois, João Pedro pegou a afastada de Disasi. De frente. De primeira. E isolou a última chance real das Gaivotas para forçar os pênaltis.

Foto de Bruno Bonsanti

Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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