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Benítez: “Jejum de Torres era problema de confiança”

Longe de ser unanimidade no Chelsea, Fernando Torres continua se esforçando para conquistar a torcida. Nesta quinta, o atacante comandou os Blues na vitória por 3 a 1 sobre o Rubin Kazan, pelas quartas de final da Liga Europa. Foram dois gols do espanhol, que o tornaram o principal artilheiro dos londrinos na temporada, com 18 tentos.

A atuação de Torres animou Rafa Benítez. O técnico acredita que o jejum de gols do centroavante é um problema de confiança e que a partida deve desencadear uma boa sequência. Antes do jogo contra o Rubin Kazan, o camisa 9 havia marcado apenas dois gols em 19 partidas em 2013 – outro pela Liga Europa, contra o Steaua Bucareste, e mais um na Copa da Inglaterra, ante o Brentford.

“Foi muito bom para a confiança dele. O nível de trabalho de Torres é realmente alto. Eu falei antes, ele está treinando bem. É uma questão de tempo. Ele marcou dois gols e espero que faça o mesmo no próximo jogo. Você podia ver que melhorou depois do gol, por causa da confiança que ganhou”, explicou o treinador.

Além disso, Benítez acredita que o resultado em Stamford Bridge colocará o Chelsea na próxima fase: “Estou feliz, mas não totalmente, porque sofremos um gol quando controlávamos o jogo. Lamento porque estávamos um pouco relaxados e sofremos um gol, embora o pênalti não tenha existido”.

O reencontro entre Chelsea e Rubin Kazan está marcado para a próxima semana, na Rússia. Antes disso, os Blues recebem o Sunderland no domingo, pela Premier League. E os gols serão fundamentais em Stamford Bridge, com a equipe ameaçada na quarta colocação. Sem marcar desde dezembro na competição, Fernando Torres deve começar no banco, preterido por Demba Ba. Benítez só espera que a ausência volte a prejudicar sua confiança – algo que tem sido corriqueiro nos últimos tempos.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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