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[Uma Saga de FM] Capítulo 24: Semestre jogado fora

Uma Saga de FM conta a trajetória do nosso colunista Gabriel Dudziak no comando do Instituto no Football Manager. Para ver outros capítulos da série, clique aqui.

O ano de 2020 começou com mais uma chance para o Instituto chegar à inédita conquista da Copa Libertadores. Nosso 3-3-1-3 continuou igual, mas a escalação mudou um pouco. Pavone se tornou nosso ala direito, Capobianco entrou no lado esquerdo do ataque e Leandro Acciari foi efetivado como centroavante no lugar de Ferreyra.

O time tinha então: 25.Sergi; 17.Tejera, 2. Valentini e 6. Sarulyte; 18.Pavone, 22.Viotti e 11.Sánchez; 15. Mastrángelo; 14. Lamanna, 29. Acciari e 19.Rabello.

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Como de costume arrancamos bem no Campeonato Argentino com vitórias diante do Racing e do Vélez. No sorteio da Libertadores caímos no grupo A com River Plate, Tigres e Oriente Petrolero.

– O primeiro duelo do torneio continental foi fora de casa contra os bolivianos. Deu a lógica: 2 a 0 para nós com o reserva Polo marcando duas vezes.

– No Clausura vencemos o Chacarita Juniors por 2 a 0 e logo na sequência encaramos o River em casa pela Libertadores. Acciari anotou duas vezes, Capobianco uma e vencemos por 3 a 0.

– De volta ao Argentino emendamos mais três vitórias: 3×2 no Estudiantes, 1×0 no Huracán e 3×0 no Lanús.

– Na Libertadores recebemos o Tigres e vencemos por 3 a 0 com gols de Sarulyte e dois de Acciari.

– Vencemos o Godoy Cruz por 2 a 0 no Campeonato Argentino, mas tivemos nosso primeiro tropeço justamente quando não podíamos: empatamos com o Newell’s pela Copa Argentina e nos pênaltis os Leprosos se deram melhor.

– Depois de vencer o All Boys por 2 a 1 visitamos o Tigres e só conseguimos empatar graças a Pavone: 1 a 1. Logo na sequência perdemos do Newell’s no Clausura, mas nos recuperamos com uma convincente vitória diante do River por 3 a 1 com gols de Mastrángelo e Acciari, duas vezes.

– No Argentino a fase não era das melhores. O Boca, que nos perseguia na tabela, empatou com o Instituto por 1 a 1 e na sequência perdemos para o Independiente por 1 a 0. Na Libertadores mais um jogo e mais uma vitória: 3 a 1 contra o Oriente Petrolero com gols de Sarulyte, Mastrángelo e Facundo Ferreyra, que veio do banco.

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– O emparelhamento das oitavas de final colocou o Instituto contra o River Plate outra vez (!). Bom, já tínhamos a experiência de enfrentar e derrotar os millonários e fora de casa fizemos 3 a 0 com Acciari, Mastrángelo e Viotti. Na volta a vitória foi ainda maior: 5 a 1, graças a três gols do nosso homem-gol Acciari, um de Sánchez e um de Tejera.

– No Clausura a oscilação continuava. Perdemos do Belgrano por 2 a 0 e depois vencemos o Colón por 3 a 1.

– Nas quartas de final pegamos o Monterrey. No México conseguimos um importante empate por 1 a 1 graças a um gol de Pavone. Já na volta era possível jogar pelo 0 a 0, mas jogamos bem e vencemos por 4 a 2 com gols de Mastrángelo, dois de Rabello e um de Pavone. Estávamos nas semifinais. De novo contra um rival brasileiro, desta vez o Corinthians.

– Antes, no entanto, veio uma sequência de três jogos no Clausura. Conseguimos vencer o Atlético Rafaela por 2 a 0, paramos no Tucumán com um empate sem gols e depois batemos o Olimpo por 4 a 1. O Boca estava na frente e o título parecia longe.

– Veio a Libertadores. Semifinal. Em casa. Era a chance. Hoje sim, hoje sim… Hoje não. Perdemos em casa por 1 a 0 para o Corinthians. Na volta, no Itaquerão, fomos bem, mas não deu… Capobianco fez, mas eles empataram. 1 a 1. Fora de novo….

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– No Argentino ainda havia chance. Remota. E ela parecia sumir de novo com o empate por 1 a 1 com o River Plate. A última rodada contra o Rosario Central era apenas pra cumprir tabela. Vencemos por 4 a 0. Pra mim estava tudo acabado, mas o Boca perdeu e no fim das contas empatamos em 39 pontos no Clausura. Nada de saldo, nada de número de vitórias… Na Argentina empate no número de pontos é jogo extra!

  • Em campo neutro contra o Boca. De novo. Tal qual em 2014! Nossa chance de fechar o semestre bem! Os Xeneizes abriram o placar, nós buscamos o empate com Rabello, mas no fim eles marcaram e o título se foi…

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O time da temporada foi esse:

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Foto de Anderson Santos

Anderson Santos

Membro do Na Bancada, professor da Unidade Educacional Santana do Ipanema da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), doutorando em Comunicação na Universidade de Brasília (UnB) e autor do livro “Os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro de Futebol” (Appris, 2019).

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