Uma Saga de FM conta a trajetória do nosso colunista Gabriel Dudziak no comando do Instituto no Football Manager. Para ver outros capítulos da série, clique aqui.

O ano de 2020 começou com mais uma chance para o Instituto chegar à inédita conquista da Copa Libertadores. Nosso 3-3-1-3 continuou igual, mas a escalação mudou um pouco. Pavone se tornou nosso ala direito, Capobianco entrou no lado esquerdo do ataque e Acciari foi efetivado como centroavante no lugar de Ferreyra.

O time tinha então: 25.Sergi; 17.Tejera, 2. Valentini e 6. Sarulyte; 18.Pavone, 22.Viotti e 11.Sánchez; 15. Mastrángelo; 14. Lamanna, 29. Acciari e 19.Rabello.

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Como de costume arrancamos bem no com vitórias diante do Racing e do Vélez. No sorteio da Libertadores caímos no grupo A com River Plate, Tigres e Oriente Petrolero.

– O primeiro duelo do torneio continental foi fora de casa contra os bolivianos. Deu a lógica: 2 a 0 para nós com o reserva Polo marcando duas vezes.

– No Clausura vencemos o Chacarita Juniors por 2 a 0 e logo na sequência encaramos o River em casa pela Libertadores. Acciari anotou duas vezes, Capobianco uma e vencemos por 3 a 0.

– De volta ao Argentino emendamos mais três vitórias: 3×2 no Estudiantes, 1×0 no Huracán e 3×0 no Lanús.

– Na Libertadores recebemos o Tigres e vencemos por 3 a 0 com gols de Sarulyte e dois de Acciari.

– Vencemos o Godoy Cruz por 2 a 0 no Campeonato Argentino, mas tivemos nosso primeiro tropeço justamente quando não podíamos: empatamos com o Newell’s pela Copa Argentina e nos pênaltis os Leprosos se deram melhor.

– Depois de vencer o por 2 a 1 visitamos o Tigres e só conseguimos empatar graças a Pavone: 1 a 1. Logo na sequência perdemos do Newell’s no Clausura, mas nos recuperamos com uma convincente vitória diante do River por 3 a 1 com gols de Mastrángelo e Acciari, duas vezes.

– No Argentino a fase não era das melhores. O Boca, que nos perseguia na tabela, empatou com o Instituto por 1 a 1 e na sequência perdemos para o Independiente por 1 a 0. Na Libertadores mais um jogo e mais uma vitória: 3 a 1 contra o Oriente Petrolero com gols de Sarulyte, Mastrángelo e Facundo Ferreyra, que veio do banco.

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– O emparelhamento das oitavas de colocou o Instituto contra o River Plate outra vez (!). Bom, já tínhamos a experiência de enfrentar e derrotar os millonários e fora de casa fizemos 3 a 0 com Acciari, Mastrángelo e Viotti. Na volta a vitória foi ainda maior: 5 a 1, graças a três gols do nosso homem-gol Acciari, um de Sánchez e um de Tejera.

– No Clausura a oscilação continuava. Perdemos do Belgrano por 2 a 0 e depois vencemos o Colón por 3 a 1.

– Nas quartas de final pegamos o Monterrey. No México conseguimos um importante empate por 1 a 1 graças a um gol de Pavone. Já na volta era possível jogar pelo 0 a 0, mas jogamos bem e vencemos por 4 a 2 com gols de Mastrángelo, dois de Rabello e um de Pavone. Estávamos nas semifinais. De novo contra um rival brasileiro, desta vez o Corinthians.

– Antes, no entanto, veio uma sequência de três jogos no Clausura. Conseguimos vencer o por 2 a 0, paramos no Tucumán com um empate sem gols e depois batemos o Olimpo por 4 a 1. O Boca estava na frente e o título parecia longe.

– Veio a Libertadores. Semifinal. Em casa. Era a chance. Hoje sim, hoje sim… Hoje não. Perdemos em casa por 1 a 0 para o Corinthians. Na volta, no Itaquerão, fomos bem, mas não deu… Capobianco fez, mas eles empataram. 1 a 1. Fora de novo….

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– No Argentino ainda havia chance. Remota. E ela parecia sumir de novo com o empate por 1 a 1 com o River Plate. A última rodada contra o Rosario Central era apenas pra cumprir tabela. Vencemos por 4 a 0. Pra mim estava tudo acabado, mas o Boca perdeu e no fim das contas empatamos em 39 pontos no Clausura. Nada de saldo, nada de número de vitórias… Na Argentina empate no número de pontos é jogo extra!

– Em campo neutro contra o Boca. De novo. Tal qual em 2014! Nossa chance de fechar o semestre bem! Os Xeneizes abriram o placar, nós buscamos o empate com Rabello, mas no fim eles marcaram e o título se foi…

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O time da temporada foi esse:

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