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[Uma Saga de FM] Capítulo 17: A busca pelo continente

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Primeiramente um esclarecimento: a falta de atualizações se deve a uma tragédia. O HD do meu computador pifou e não consegui mais nem iniciar o PC. Felizmente eu havia feito um backup do meu save… Coisa de cinco anos atrás de onde estava no meu jogo, mas dá pra contar. É o que tem. Infelizmente faltarão alguns prints. Peço perdão.

Bom, retomando… Em 2017 começamos a temporada disputando o Apertura e a Copa Sul-Americana. O time vinha sendo escalado como acima:

Lerda; Bordone, Piriz e Delfino; Pavone, Caro e Sánchez; Mastrángelo; Lamanna, Ferreyra (Torassa) e Rabello

– O primeiro duelo pelo torneio continental foi diante do Godoy Cruz. Em casa o Instituto era favorito, mas não fez um bom jogo e apenas empatou por 1 a 1. Torassa fez o único gol da equipe.

– De volta ao campeonato nacional empatamos por 3 a 3 com o All Boys… A defesa não ia bem. Felizmente Torassa, duas vezes, e Barrera marcaram os gols.

– A recuperação veio fora de casa contra o River Plate. Fizemos um 3 a 2. Torassa, Capobianco e Lamanna fizeram os gols que nos deixaram em boa posição no Apertura.

– O verdadeiro desafio, porém, era a Sul-Americana. Depois do empate em casa as perspectivas não eram tão boas, mas o time respondeu muito bem. 5 a 1. Rabello estava impossível e marcou três vezes. Sebastian Mastrángelo fez um e Lamanna encerrou a goleada.

– No Apertura emendamos uma boa sequência de duas vitórias: 3 a 2 no Colón graças a Torassa, Caro e Rivero e 2 a 0 no Independiente com Rabello e Lamanna.

– Na Sul-Americana enfrentamos o Millonarios, primeiro em Bogotá. Adivinha quem fez nosso primeiro gol? Torassa. Goleador… Ferreyra fica no banco, não tem jeito. O bom pra ele – e pra nós- foi que mesmo suplente ele entrou e fez o 2 a 0. O Millonarios descontou no fim.

– O torneio continental era prioridade e por isso poupamos titulares no Apertura… Resultado: perdemos por 2 a 0 para o Rosario Central… Bom, felizmente na Sul-Americana fomos bem. 6 a 3 em casa contra o Millonários. Nosso meia esquerda Sánchez fez um, Rabello marcou mais três, Capobianco um e Delfino outro.

– O time estava motivado na Sul-Americana, mas errando demais no Apertura… Fomos derrotados pelo San Lorenzo por 1 a 0. Depois jogamos mal, mas ganhamos do Atlético Rafaela por 3 a 1 com gols de Ferreyra, Rabello e Paz.

– A Sul-Americana nos reservou um duelo contra o Boca Juniors nas quartas de final. Difícil. Não importa o momento, o Boca sempre complica. E foi o que aconteceu. Em casa os Xeneizes nos venceram por 1 a 0. Tentamos de toda a forma empatar depois do gol “temprano” deles, mas não houve como. Torassa errou muito, Ferreyra fez um péssimo jogo. Enfim…

– No Apertura deu pra usar titulares pelo espaçamento das datas. Vencemos o Chacarita Juniors por 3 a 0 graças a Lamanna e Delfino, com dois gols.

– Copa Sul-Americana… Duelo da volta com o Boca. Na Bombonera… Tínhamos que vencer. Fomos pra cima, Rabello abriu o placar. O Boca empatou. Fomos pra cima… Mastrángelo em finalização de fora da área fez 2 a 1. Continuamos bem… Na cobrança de escanteio Mazacotte empurrou contra as próprias redes. 3 a 1 pra nós. Eles não desistiram, fizeram o 3 a 2, mas aguentamos bem e avançamos pelo critério dos gols fora de casa. Estávamos na semifinal…. Contra o Corinthians.

– Antes do duelo porém, tinhamos o Apertura e resolvi poupar os titulares. O time 2 realmente não tinha condição de grandes resultados, já que perdemos para o Lanús por 2 a 1 em casa.

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– De volta à Sul-Americana, o Corinthians nos visitou no Monumental de Alto Córdoba. A verdade é que eu estava pessimista. Por mais que estivéssemos bem a diferença pros elencos brasileiros era gigantesca. Não sei bem o que houve… Mas nós jogamos muito e o Corinthians nada fez. Final: 3 a 0 com gols de Ferreyra, Lamanna e Piriz. Impressionante!

– Três dias depois (?!) veio o confronto da volta na Arena Corinthians. Havia a possibilidade de escalar uma equipe mais defensiva para tentar manter a vantagem conquistada no jogo de ida. Toda vez que tentei isso, no entanto, não deu certo. Então decidi jogar pra cima de novo… O Corinthians fez um a zero.  O Corinthians fez dois a zero… O Instituto diminuiu! Pavone fez o gol. Conseguimos conter o ímpeto adversário e empatamos. De novo com Pavone. Estávamos na final! Mas veio o gostinho amargo, já que o Corinthians venceu o jogo por 3 a 2 com mais um gol marcado no fim.

– Final da Sul-Americana! Era o momento mais glorioso da história do clube de Córdoba. Nosso adversário? O Vitória da Bahia. Ou seja, não havia melhor opção… Além de ter um time com menor potencial em relação a Boca e Corinthians, os baianos não estavam em grande fase no Brasileirão. Por isso estava otimista. No Barradão dominamos completamente as ações do jogo. Desarmamos bem, passamos bem, chutamos mal… Só faltava o gol… Que não veio. 0 a 0… Decepcionante, mas nos deixava com todas as condições de vencer nosso primeiro título continental.

– Depois de um 1 a 1 pelo Apertura com o Boca, veio o grande dia! Mais de 26 mil e 500 pessoas compareceram ao Monumental de Alto Córdoba para ver aquela que poderia ser a primeira glora continental do Instituto em 99 anos de vida! Os meninos estavam inspirados, cientes da responsabilidade e da possibilidade de entrar para a história. Aconteceu isto…

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Sem palavras… 0 a 0 no tempo normal e 5 a 4 para eles nos pênaltis.

Foi um daqueles jogos que o FM inventa de vez em quando… Chutamos 31 vezes contra 5 do Vitória. Acertamos o gol 8 vezes contra nenhuma do Vitória… Devastante.

Nem mesmo a sequência de vitórias contra Asenal e Racing e posterior título argentino me tirou da ressaca moral de ver a glória tão perto e depois tão longe…

Que fim de ano…

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Foto de Anderson Santos

Anderson Santos

Membro do Na Bancada, professor da Unidade Educacional Santana do Ipanema da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), doutorando em Comunicação na Universidade de Brasília (UnB) e autor do livro “Os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro de Futebol” (Appris, 2019).

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