Liga das Nações

Holanda e Bélgica vencem e levam definição para o confronto direto da última rodada

No entanto, os belgas terão que golear os holandeses em Amsterdã para levar a vaga na semifinal

Holanda e Bélgica ganharam nesta quinta-feira pela penúltima rodada da Liga das Nações e definirão o classificado às semifinais no confronto direto marcado para Amsterdã no próximo domingo, com enorme vantagem aos holandeses, não apenas por serem mandantes, mas pela dianteira no principal critério de desempate. A Holanda derrotou a Polônia por 2 a 0, e a Bélgica superou Gales por 2 a 1.

A Holanda chegou a 13 pontos. A Bélgica tem 10 e empataria, caso ganhe fora de casa. O primeiro colocado, único classificado à fase final, seria definido pelo confronto direto, e a Holanda fez 4 a 1 em Bruxelas. Teria que ser goleada diante da sua torcida para perder a vaga. Por quatro gols de diferença ou por três a partir de um novo 4 a 1 – 5 a 2, 6 a 3, etc, etc.

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Holanda cumpre seu dever

A Polônia fora de casa era a melhor chance de a Bélgica se encontrar em uma posição melhor no duelo de domingo, mas a Holanda cumpriu bem o seu dever e venceu por 2 a 0, com gols de Cody Gakpo e Steven Bergwijn. O atacante do PSV havia sido testado em junho e mais uma vez começou jogando no setor ofensivo, atrás de Memphis Depay e Bergwijn.

Sem Georginio Wijnaldum, machucado, Teun Koopmeiners começou no meio-campo ao lado de Frenkie de Jong, com Denzel Dumfries e Daley Blind pelas alas. O jovem do Ajax, Jurriën Timber, formou o trio de defesa com Virgil Van Dijk e Nathan Aké. A Polônia jogou com três zagueiros, com Karol Linetty e Krychowiak no meio, Sebastian Szymanski e Piotr Zielinski encostando em Robert Lewandowski.

A Holanda dominou a partida contra uma Polônia muito defensiva (como de costume) que teve dificuldade para fazer a bola chegar a Lewandowski em boas situações (como de costume). Blind teve uma ótima chance, aos 11 minutos, aparecendo na segunda trave, mas não pegou bem e facilitou para Szczesny. Pouco depois, porém, os visitantes abriram o placar com uma ótima jogada.

Depay recebeu de Berghuis, que havia entrado no lugar de Koopmeiners, machucado, e emendou de primeira para a infiltração de Dumfries. O cruzamento rasteiro à boca do gol encontrou Gakpo, que completou e marcou seu terceiro gol pela Holanda. As rápidas tabelas destruíam a defesa polonesa, e Memphis teve outra ótima chance, aos 19, pela esquerda, mas mandou por cima do travessão.

A Polônia começou a atacar um pouco mais no fim do primeiro tempo, ainda sem levar perigo de verdade, e quase foi punida no contra-ataque. Memphis saiu livre pela direita, mas demorou para se decidir entre chutar e passar. Acabou passando para o meio, e a defesa polonesa cortou.

A melhor chance polonesa aconteceu aos sete minutos da etapa final. Zielinski deu um lindo lançamento à ponta direita, onde Przemyslaw Frankowski recebeu e cruzou à segunda trave. Milik chegou sem marcação e mandou de primeira para fora. Logo em seguida, Bergwijn ficou com a bola pela esquerda, tabelou Vincente Janssen e bateu de chapa no canto para matar a partida.

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Bélgica se mantém viva

Tielemans e De Bruyne (Foto: JOHN THYS/AFP via Getty Images/One Football)

Com um gol e uma assistência de Kevin de Bruyne, a Bélgica fez o que tinha que fazer para que o confronto de domingo não fosse um mero amistoso. Ganhou apertadinho de Gales, por 2 a 1, e tentará o milagre em Amsterdã. O zagueiro Zeno Debast, de 18 anos, do Anderlecht, fez sua estreia na defesa belga. O resto do time foi de figurinhas carimbadas. Gales teve Gareth Bale entrando em campo no segundo tempo.

Titular no comando de ataque, Michy Batshuayi, novo jogador do Fenerbahçe, recebeu de Thomas Meunier na ponta direita e acionou Kevin de Bruyne na entrada da área. O meia do Manchester City chapou de canhota no canto e abriu o placar, aos 10 minutos. Ainda no primeiro tempo, De Bruyne retribuiu a gentileza e cruzou para Batshuayi completar ao gol vazio na segunda trave.

Gales descontou no começo da etapa final. Uma brilhante jogada individual de Brennan Johnson, arrancando do meio-campo até à ponta direita, que terminou em cruzamento alto para Kiefer Moore ganhar de cabeça. A Bélgica ainda teve um pênalti em cima de De Bruyne cancelado pelo assistente de vídeo e conseguiu confirmar a vitória.

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Foto de Bruno Bonsanti

Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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