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Sem ressentimentos, James promete não comemorar se fizer gol no Bernabéu

Mohamed Salah fez gol na Roma, no jogo de ida das semifinais da Champions League, um chutaço no ângulo de Alisson, e se limitou a levantar os braços. Não comemorou o tento anotado contra sua ex-equipe. E temos a chance de ver a mesma coisa no outro duelo que vale vaga a decisão de Kiev. James Rodríguez, do Bayern de Munique, prometeu que não celebrará caso coloque a bola nas redes do Real Madrid no Santiago Bernabéu, nesta terça-feira. 

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O colombiano foi um dos grandes nomes da Copa do Mundo de 2014. Contratado por € 75 milhões, passou três temporadas no Real Madrid. Perdeu espaço com Zinedine Zidane e foi emprestado ao Bayern de Munique, pelo qual reencontrou boa parte do seu melhor futebol. Apesar de ter saído do Real Madrid, James não guarda ressentimentos do seu ex-clube, nem do seu ex-treinador.

“Claro que é bom estar de volta. Foram três anos maravilhosos em Madri, mas não é culpa de ninguém que eu não esteja mais lá. Não há rancor de Zidane. Eu sempre dei meu melhor quando joguei e espero ser bem recebido. Como marca do meu respeito pelos torcedores, não comemorarei se marcar”, disse, na entrevista coletiva pré-jogo

James tem seis gols e 13 assistências em 35 partidas pelos bávaros, mesmo atuando em uma posição mais recuada sob o comando de Jupp Heynckes. “Não estou mais tão próximo do gol do adversário. Você pode observar que estou em outros lugares do gramado, preciso correr mais, recuar e avançar. O técnico quer que todos corram e posso ajudar nisso também. Quero ajudar meus companheiros a chegarem à decisão. O Bayern consegue!”, encerrou. 

O Bayern de Munique foi derrotado pelo Real Madrid, por 2 a 1, na Allianz Arena, e precisa vencer por dois gols de diferença, no Bernabéu, para chegar à final. 

Foto de Bruno Bonsanti

Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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