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Marco Rose: “Nunca conseguimos entrar no jogo. Isso é minha responsabilidade”

O técnico do Leipzig destacou mudanças na pressão do City e reclamou da proteção à sua grande área

O técnico do RB Leipzig, Marco Rose, assumiu responsabilidade pela pesada derrota para o Manchester City nesta terça-feira, no jogo de volta das oitavas de final da Champions League. Os ingleses abriram o placar com um pênalti contestável a seu favor, mas estavam melhores antes dele e, depois, passaram por cima de forma avassaladora para golear por 7 a 0 e avançar à próxima fase da competição europeia.

“Nós nunca conseguimos entrar no jogo. Isso é minha responsabilidade. Sofremos os gols de uma maneira que deixa tudo meio amargo. O City mais do que mereceu a vitória”, disse Rose, segundo o site da Uefa. Quatro dos cinco gols de Erling Haaland foram marcados em rebotes, o que deixou o técnico bem insatisfeito com a proteção ao goleiro Janis Blaswich – que ainda fez algumas ótimas defesas.

“Fomos especialmente ruins defendendo dentro da grande área. E fizemos isso em um jogo de oitavas de final da Champions League. Eles mudaram algumas coisas na pressão em comparação com o segundo tempo em Leipzig e isso era algo que não esperávamos”, completou, antes de elogiar o norueguês, que foi treinado por ele no Borussia Dortmund e igualou o recorde de gols em um único jogo de Champions League.

“Conheço Erling muito bem, eu conheço suas qualidades. Quando Erling está próximo do gol, ele quer marcar um. Ele marcou quatro… não, até cinco”, completou Rose. Perfeitamente compreensível que tenha perdido a conta.

Um dos jogadores mais experientes e líder do elenco, Emil Forsberg também não tentou minimizar o que aconteceu: “Não estávamos lá (no jogo). Não é mesmo um bom sentimento. Você realmente tem que dizer que não tínhamos sequer uma chance”.

Foto de Bruno Bonsanti

Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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