Champions League

Há 50 anos, Chelsea e Manchester City se enfrentavam pela primeira (e única) vez numa copa europeia

A semifinal da Recopa Europeia de 1970/71 marcou uma passagem de bastão entre o City e o Chelsea no torneio

Adversários na final da Champions League neste sábado, Chelsea e Manchester City reeditam o único duelo entre eles por uma competição europeia, ocorrido há 50 anos. Vivendo na época um período de conquistas importantes e contando com jogadores históricos, os dois clubes mediram forças nas semifinais da Recopa de 1971. Os Citizens eram os detentores do título, mas foram os londrinos que acabaram avançando numa disputa acirrada e seguindo para conquistar seu primeiro troféu continental semanas depois.

Torneio criado na temporada 1960/61, a Recopa reunia os vencedores das copas nacionais e logo caiu no gosto dos torcedores britânicos, entusiastas dos mata-matas. A primeira conquista de um clube inglês na Europa veio exatamente nesta competição, com o Tottenham em 1963 ao golear o Atlético de Madrid por 5 a 1 na final em Roterdã. Dois anos depois seria a vez do West Ham de Bobby Moore, ao bater o Munique 1860 em Wembley. Em 1966, o Liverpool chegou perto, mas sucumbiu ao Borussia Dortmund na decisão.

Naquele início, o torneio viu ainda algumas grandes campanhas do Glasgow Rangers, finalista na edição inaugural e também em 1967, batido por Fiorentina e Bayern de Munique, antes de enfim levantar a taça em 1972, derrotando o Dínamo de Moscou no Camp Nou. A Recopa era ainda a única competição que os clubes galeses podiam disputar – o que rendeu algumas participações memoráveis. E ao fim de sua primeira década, a taça chegou pela terceira vez às mãos de um clube inglês, desta vez ao Manchester City.

O momento dos clubes

Foi com aquela conquista em 1970 que os Citizens culminaram seu período mais vitorioso antes do ciclo atual, que vem desde 2011. O clube havia sido campeão inglês em 1968, superando o rival United na última rodada. Em 1969, levantara sua terceira FA Cup batendo o Leicester de Peter Shilton na decisão em Wembley. Já em março de 1970, completara a trinca de títulos nacionais ao faturar a Copa da Liga, vencendo de virada e na prorrogação o West Bromwich Albion, também em Wembley.

O caneco europeu veio com grandes exibições especialmente em seu antigo estádio de Maine Road. Nele, os Citizens bateram o Athletic Bilbao na primeira fase por 3 a 0 (perfazendo 6 a 3 no agregado), o Lierse por 5 a 0 (chegando a 8 a 0 na soma), superaram uma dura eliminatória contra uma retrancada Acadêmica de Coimbra nas quartas vencendo por 1 a 0 na prorrogação e selaram a vaga na final goleando o Schalke 04 por 5 a 1 após derrota por 1 a 0 em Gelsenkirchen. Ao todo, 14 gols marcados e só um sofrido.

Na final em Viena, sob chuva intensa no Estádio Prater, vitória por 2 a 1 diante do Górnik Zabrze do artilheiro Włodzimierz Lubański. Foi o maior momento continental daquele grande esquadrão dirigido por uma dupla lendária no futebol inglês: o discreto e cordial Joe Mercer e, seu auxiliar, o expansivo e ambicioso Malcolm Allison. Juntos, formataram uma equipe de defesa forte e ataque veloz, inteligente e de muita movimentação, baseada em pratas da casa ou jovens trazidos a baixo custo de clubes pequenos.

Curiosamente, na mesma noite em que o City levantava a Recopa, a Inglaterra acompanhava a decisão da FA Cup entre o Chelsea e o temível Leeds de Don Revie, que tinha ido para um jogo extra em Old Trafford após o empate em 2 a 2 em Wembley. Embora os Blues dirigidos por Dave Sexton tivessem uma equipe talentosa, não fugiam de uma boa briga caso o jogo degringolasse, como aconteceu. Numa partida brutal e que novamente seguiu para a prorrogação, os londrinos venceram por 2 a 1 e levaram a taça.

Foi a primeira conquista do Chelsea na competição, completando a trinca nacional depois de já ter conquistado o Campeonato Inglês em 1955 e a Copa da Liga em 1965. Um segundo título da liga quase veio também em 1965, mas a equipe então dirigida por Tommy Docherty desmoronou em meio a uma crise disciplinar na reta final e acabou em terceiro. Dois anos depois, a chance de levantar a FA Cup pela primeira vez havia sido perdida num clássico londrino contra o Tottenham na final em Wembley.

O caminho até o confronto

Assim, a Inglaterra teria dois representantes na Recopa de 1971: o Manchester City detentor da taça e o Chelsea, vencedor da FA Cup. O grande favorito da competição era o Real Madrid, pela primeira vez disputando um outro torneio europeu que não a Copa dos Campeões. Mas entre as atrações havia ainda o Benfica de Eusébio, o Bologna, o Nantes, o PSV, o Club Brugge e potências do outro lado da Cortina de Ferro, como o Honvéd, o CSKA Sofia, o Steaua Bucareste e o próprio Górnik Zabrze, finalista no ano anterior.

O Chelsea teria como primeiro adversário o Aris Salônica. Na Grécia, o time arrancou um empate em 1 a 1 com um jogador a menos, após ter o zagueiro John Dempsey expulso ainda no primeiro tempo. Mas uma tranquila goleada por 5 a 1 em Stamford Bridge na volta, com dois gols de John Hollins, dois de Ian Hutchinson e um de Marvin Hinton, confirmou a classificação sem maiores sustos. Já o Manchester City, por sua vez, teve bem mais trabalho para superar o Linfield, principal força da Irlanda do Norte.

Em Maine Road, a vitória por 1 a 0 na ida só veio a sete minutos do fim, com gol do meia Colin Bell, considerado ainda hoje o maior ídolo da história do clube. Já no Windsor Park, o time local – dirigido por Billy Bingham, que treinaria a Irlanda do Norte nas Copas de 1982 e 1986 – venderia caro sua eliminação: abriu o placar aos quatro minutos com William Millen, sofreu o empate de Francis Lee aos seis, mas Millen marcou de novo na etapa final e deu a vitória por 2 a 1. O City passou com o gol fora de casa.

Nas oitavas de final, ambos tiveram adversários do bloco socialista: o Chelsea pegou o experiente time do CSKA Sofia, que incluía seis jogadores da seleção búlgara que disputara a Copa do Mundo do México, enquanto ao City coube enfrentar o renovado Honvéd. Os londrinos passariam com duas vitórias por 1 a 0, ambas com gols aos 43 minutos do primeiro tempo: o meia-atacante Tommy Baldwin decidiu na Bulgária, enquanto o defensor David Webb anotou o gol que selou a classificação em Stamford Bridge.

Já o City avançou com margem ligeiramente maior. Um gol de Francis Lee deu a vitória por 1 a 0 na Hungria. E em Maine Road, de novo a dupla Bell e Lee balançou as redes, um em cada tempo, para definir a vitória por 2 a 0 e manter a equipe na busca pelo bicampeonato. Com o torneio afunilando, alguns favoritos ficavam pelo caminho, como o Benfica (eliminado nos pênaltis pelo Vorwärts Berlim, da Alemanha Oriental) e o Nantes (atropelado por 7 a 2 no placar agregado pelo surpreendente Cardiff City).

Com isso, não haveria mais adversário fácil. E o Chelsea saberia disso ao travar uma batalha épica contra o Club Brugge nas quartas de final. Entre os principais nomes dos belgas estavam o lateral sueco Kurt Axelsson, o ponta holandês Rob Rensenbrink, o zagueiro Fons Bastijns (pilar da defesa dos Blauw-Zwart por quase 15 anos) e o goleador Raoul Lambert – que abriria o placar logo aos quatro minutos na vitória por 2 a 0 no Estádio De Klokke, com o defensor Gilbert Marmenout anotando o segundo ainda na etapa inicial.

Não era um resultado fácil de ser revertido em Stamford Bridge, mas o Chelsea se mostraria à altura da empreitada, tendo em seu artilheiro Peter Osgood o nome de destaque. O ponta Peter Houseman abriu o placar aos 20 minutos do primeiro tempo. E Osgood, a oito minutos do fim, marcou o segundo, levando a decisão para a prorrogação. No tempo extra, “Ossie” anotaria mais um, já na metade da segunda etapa, antes de Tommy Baldwin arrematar em 4 a 0 a grande vitória que levou os Blues à semifinal.

Já o City teria outra vez pela frente o Górnik, a quem enfrentara na final do ano anterior. O jogo de ida foi disputado sob neve em Chorzów e terminou com vitória polonesa por 2 a 0, gols de Lubański e de Erwin Wilczek. Na volta, em Maine Road, mesmo com muitos desfalques e gramado enlameado, os donos da casa conseguiram se impor e devolver o placar, com gols de Ian Mellor e Mike Doyle, um em cada tempo. Na prorrogação, não houve mais gols, persistindo o placar de 2 a 0 e o empate em 2 a 2 no agregado.

Aquela temporada 1970/71 marcou a introdução das disputas de pênaltis nas copas europeias, e a primeira da história foi registrada justamente na Recopa: na primeira fase, o Honvéd superou o Aberdeen por 5 a 4 na marca da cal após empate em 4 a 4 na soma dos dois jogos. Porém, este método de definição dos classificados estava previsto somente para até as oitavas de final. Das quartas em diante, o regulamento indicava um terceiro jogo em campo neutro. E foi o que aconteceu na disputa entre City e Górnik.

Então, uma semana depois do jogo de volta, lá foram ingleses e poloneses para o Idraetsparken de Copenhague definir o último classificado. O City marcou duas vezes ainda no primeiro tempo com Neil Young (em falha do goleiro Hubert Kostka) e Tommy Booth, de cabeça. Na etapa final o Górnik diminuiu com – sempre ele – Lubański e temeu-se por uma nova igualdade. Mas oito minutos depois os ingleses definiram a vitória em 3 a 1 com Francis Lee aproveitando a sobra de uma jogada extraordinária de Colin Bell.

O aguardado embate

O sorteio então colocou a dupla inglesa frente a frente nas semifinais, com jogos marcados para os dias 14 e 28 de abril, sendo o primeiro em Londres e o segundo em Manchester. Era a segunda vez que dois clubes ingleses se cruzavam pelo torneio: na temporada 1963/64, em outro duelo entre londrinos e mancunianos, o United levou a melhor sobre um desfalcado Tottenham e tirou do caminho os então detentores do troféu. E também era a segunda vez que Chelsea e City se enfrentavam num mata-mata naquele ano.

Em 23 de janeiro, as duas equipes mediram forças pela quarta fase da FA Cup num jogo único em Stamford Bridge. Foi uma partida de muito bom nível técnico apesar da chuva que prejudicou o gramado, transformando-o num lamaçal. Empurrado por sua torcida, o Chelsea pressionou, mas parou no goleiro Joe Corrigan. E num cochilo de sua defesa, no início da etapa final, Colin Bell abriu a contagem para o City. Minutos depois, o meia ampliaria ao aparecer livre na área para escorar um cruzamento da esquerda.

O City chegou perto de marcar o terceiro num chute de fora da área de Alan Oakes, mas Peter Bonetti voou para espalmar brilhantemente. Mesmo assim, o placar terminaria mesmo em 3 a 0 quando, depois de um bate-rebate na área do Chelsea, Ian Bowyer completaria na pequena área para fechar a vitória dos Citizens – que depois de eliminarem os atuais campeões do tradicional torneio, acabariam ficando pelo caminho logo na etapa seguinte (equivalente às oitavas de final) diante do Arsenal, futuro campeão.

De volta a abril, quando os dois clubes chegaram para o confronto da Recopa, a competição havia se tornado uma espécie de tábua de salvação da temporada. Eliminada nas outras copas, a dupla também já não tinha chances matemáticas de título na liga inglesa. Mesmo ocupando a terceira colocação com quatro rodadas pela frente, o Chelsea já não podia mais alcançar os ponteiros Leeds e Arsenal. E o City menos ainda: era o oitavo colocado, oito pontos atrás dos próprios Blues, ainda que com um jogo a menos.

Para o Chelsea, o jogo de ida era o terceiro de uma sequência de quatro jogos no espaço de uma semana. No dia 10, a equipe empatou em 1 a 1 com o Crystal Palace em casa. Dois dias depois, derrotou o Liverpool por 1 a 0 também em Stamford Bridge. E o City seria o adversário nos dois próximos jogos, primeiro pela Recopa e, três dias depois, pela liga em Maine Road. Se esta já era sem dúvida uma sequência dura, a dos Citizens conseguia ser ainda pior: eram cinco partidas num intervalo de apenas oito dias.

A série do time de Manchester começou com dois jogos em dias consecutivos – duas derrotas: 3 a 1 para o Nottingham Forest em casa no dia 9 de abril e 1 a 0 na visita ao Huddersfield no dia 10. Já no dia 12, a equipe arrancou um 0 a 0 com o Newcastle no St. James’ Park. Eram as partidas que antecediam os dois confrontos com o Chelsea, nos dias 14 e 17. Previsivelmente, os elencos estavam fisicamente despedaçados: os inúmeros desfalques seriam a marca daquele duelo inglês pela semifinal europeia.

O Chelsea não teria para ambos os jogos seus dois jogadores que estiveram com a seleção inglesa na Copa do Mundo do México no ano anterior: o goleiro Peter Bonetti e o centroavante Peter Osgood. O defensor escocês Eddie McCreadie, que tivera temporada marcada por lesões, era outro a ficar ausente, enquanto Keith Weller, titular da ponta-direita, começaria o primeiro jogo no banco. Para o lugar de Osgood no ataque, o técnico Dave Sexton apostaria no desconhecido sul-africano Derek Smethurst.

O City não ficava em melhor situação em termos de desfalques: não teria Colin Bell, titular da seleção, maestro do meio-campo no clube e condutor da citada vitória em Stamford Bridge pela FA Cup. Jogador que aliava inteligência a um preparo físico assombroso, estava em todas as partes do campo e norteava o jogo da equipe. Como se não bastasse, também estavam fora o zagueiro Mike Doyle, o volante Alan Oakes e o atacante Mike Summerbee – outra ausência de peso pela velocidade e faro de gol.

E o que restava? No Chelsea, a firmeza da defesa com Ron Harris e David Webb, a operosidade do volante John Hollins, o talento dos armadores Alan Hudson e Charlie Cooke e as jogadas de fundo com o ponta-esquerda Peter Houseman. Já o City, que desde dezembro não contava com seu ofensivo lateral-esquerdo Glyn Pardoe, de perna fraturada, apegaria-se ao esperto atacante Francis Lee (outro de seleção), à segurança do goleiro Joe Corrigan e à liderança do lateral-direito e capitão Tony Book.

E em meio a tantos desfalques, caberia a um pouco falado substituto marcar o gol da vitória por 1 a 0 para o Chelsea no primeiro jogo, em Stamford Bridge, no dia 14 de abril. Derek Smethurst recebeu passe por elevação no lado esquerdo da área e bateu cruzado, rasteiro, para vencer Corrigan. Os londrinos ainda reclamaram de um pênalti em jogada pelo lado direito. Mas aquele resultado já valia a vantagem para a partida de volta, na qual o City mais uma vez teria de tentar uma remontada no torneio.

Um erro decisivo

Três dias depois, as duas equipes voltaram a se enfrentar pela liga – desta vez em Maine Road, palco do jogo de volta da Recopa – e empataram em 1 a 1. Francis Lee balançou as redes pelo City e Keith Weller marcou para o Chelsea. Weller, aliás, retornaria ao time titular dos Blues para a segunda partida da semifinal europeia, ao passo que John Hollins era novo desfalque, cedendo lugar ao irlandês Paddy Mulligan no setor defensivo. Os mancunianos também teriam retornos. Entretanto, havia ainda mais baixas.

A boa notícia era a volta de Mike Summerbee, reforçando o ataque que havia passado em branco em Stamford Bridge. Entretanto, além de perder mais uma referência no miolo de zaga com a baixa de Tommy Booth, o City não contaria com Joe Corrigan sob as traves, o sexto desfalque entre os 11 titulares. E seu substituto, Ron Healey, transformaria-se no personagem mais notório do jogo, que levou cerca de 44 mil torcedores ao estádio de Maine Road naquela noite de quarta-feira, 28 de abril.

Healey começou fazendo uma grande intervenção ao aparar um chute de Alan Hudson no rebote de um escanteio. Na sobra, David Webb bateu para fora. Foi a primeira grande oportunidade do jogo. O City respondeu com um contra-ataque puxado por Summerbee que terminou num chute de longe de Francis Lee. Porém, o Chelsea demonstrava mais coesão e até chegou a balançar as redes com Smethurst, mas o gol foi anulado por impedimento. Até vir o lance que definiu o jogo, ainda na primeira etapa.

Foi um tiro livre indireto a favor do Chelsea na ponta direita, perto da linha de fundo, quase um escanteio. Keith Weller se apresentou para a cobrança e bateu muito fechado, de trivela. Num primeiro momento Healey conseguiu segurar, mas a bola escapuliu de suas mãos e caiu dentro do gol, aninhando-se na bochecha das redes. O curioso é que a cobrança era em dois lances, o que Weller pareceu não perceber. Se o goleiro tivesse simplesmente deixado a bola entrar, sem tocá-la, o lance seria invalidado.

O gol sofrido dificultaria muito a tarefa do City, que agora precisaria de três tentos para avançar. Mas, embora criassem em menor quantidade, os londrinos levavam mais perigo. Foi o que aconteceu, por exemplo, na cabeçada de Weller que Healey – agora sim – defendeu de maneira brilhante e ainda viu a bola tocar na trave antes de ser afastada pela defesa. Foi a melhor chance do segundo tempo antes do apito final que confirmou a nova vitória por 1 a 0 e desatou a cantoria da torcida do Chelsea, classificado.

Na final da Recopa, a equipe londrina enfrentaria o poderoso Real Madrid (que na outra semifinal havia deixado pelo caminho o PSV Eindhoven) no Estádio Karaiskakis, da cidade grega de Pireu, região metropolitana de Atenas. No dia 19 de maio houve empate em 1 a 1: o Chelsea saiu na frente com Peter Osgood no começo do segundo tempo, mas deixou a taça escapar no último minuto, quando Ignacio Zoco empatou para os merengues. Sem mais gols na prorrogação, novo jogo viria dali a dois dias, no mesmo local.

Desta vez, o Chelsea não daria chance ao azar: marcou duas vezes ainda no primeiro tempo com o zagueiro John Dempsey e outra vez com Osgood, assistiu ao Real Madrid descontar na metade da etapa final com o paraguaio Sebastián Fleitas, mas segurou a vitória por 2 a 1 e levantou o caneco. E aquela semifinal inglesa acabaria entrando para a história do torneio como uma simbólica passagem de bastão entre campeões.

Além de colaborações periódicas, quinzenalmente o jornalista Emmanuel do Valle publica na Trivela a coluna ‘Azarões Eternos’, rememorando times fora dos holofotes que protagonizaram campanhas históricas. Para visualizar o arquivo, clique aqui. Confira o trabalho de Emmanuel do Valle também no Flamengo Alternativo e no It’s A Goal.

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Emmanuel do Valle

Além de colaborações periódicas, quinzenalmente o jornalista Emmanuel do Valle publica na Trivela a coluna ‘Azarões Eternos’, rememorando times fora dos holofotes que protagonizaram campanhas históricas.

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