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Sem Valdés, Barcelona pode apostar em Cássio para o gol

Sob o argumento de que deseja provar “outras culturas e outro tipo de futebol”, o goleiro Victor Valdés anunciou na semana passada que deixará o Barcelona ao fim de seu contrato, em junho de 2014. O comunicado do atleta acabou surpreendendo o clube por ter sido feito após somente a primeira reunião para a renovação de seu vínculo. Com a confirmação de sua saída, os dirigentes já deram início à busca por um novo camisa 1.

O corintiano Cássio, melhor jogador do Mundial de Clubes,  é um dos nomes que vem sendo observados há alguns meses pelo Barcelona. Essa informação consta de um relatório que o clube catalão preparou – onde ele tem sua envergadura elogiada e é descrito como “rápido e elástico” – e que chegou às mãos de gente ligada ao mercado no Brasil. Ela ganhou força pela procura recente de jornalistas espanhóis pelo goleiro. Procurado por uma rádio espanhola, ele deve falar pela primeira vez sobre o assunto nesta quinta-feira. A entrevista irá ao ar na semana que vem.

Cássio tem contrato com o Corinthians até 31 de dezembro de 2015 e, no fim do ano passado, chegou a afirmar que não pensava em retornar ao futebol europeu, priorizando a extensão de seu acordo com o time do Parque São Jorge.

O goleiro brasileiro faz parte de uma enorme lista de nomes que o Barcelona vem acompanhando para a posição. Entre outros, De Gea, Guaita, Reina, Courtois e Neuer também compõem a relação. Atualmente, além de Valdés, a equipe espanhola conta com o veterano José Manuel Pinto, 37, como reserva imediato para o seu gol.  Ele renovou recentemente até o fim desta temporada.

Foto de Ubiratan Leal

Ubiratan Leal

Ubiratan Leal formou-se em jornalismo na PUC-SP. Está na Trivela desde 2005, passando por reportagem e edição em site e revista, pelas colunas de América Latina, Espanha, Brasil e Inglaterra. Atualmente, comenta futebol e beisebol na ESPN e é comandante-em-chefe do site Balipodo.com.br. Cria teorias complexas para tudo (até como ajeitar a feijoada no prato) é mais que lazer, é quase obsessão. Azar dos outros, que precisam aguentar e, agora, dos leitores da Trivela, que terão de lê-las.

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