La Liga

Depois da paulada na Champions, Filipe Luís anotou uma pintura para que o Atlético se redimisse

Depois da semana desastrosa na Liga dos Campeões, o Atlético de Madrid precisava de uma resposta à sua torcida. Não dava para apagar a goleada sofrida na visita ao Borussia Dortmund, mas os colchoneros poderiam apresentar mais no encontro com a Real Sociedad, pelo Campeonato Espanhol. E a torcida que visitou o Wanda Metropolitano certamente saiu contente com o que viu. Novamente foi possível notar a postura aguerrida e contundente dos rojiblancos, que rendeu uma excelente vitória. Os 2 a 0 no placar deixam o time de Diego Simeone na liderança provisória de La Liga, aguardando o que acontecerá no clássico desde domingo, entre Barcelona e Real Madrid.

Mais agressivo durante o primeiro tempo, o Atlético abriu o placar pouco antes do intervalo. Ángel Correa fez ótima jogada pela direita, girando sobre a marcação. Seu passe não foi bom, mas a zaga não conseguiu afastar totalmente e Diego Godín apareceu como um centroavante para arrematar a sobra. Já no segundo tempo, os rojiblancos mataram o jogo aos 15 minutos. Méritos de Filipe Luís, um dos mais criticados pelo fracasso na Alemanha. O lateral recebeu na área, conseguiu se livrar do marcador e desferiu um chutaço no ângulo do goleiro. Bem-vinda redenção, após entregar um dos gols ao Dortmund. No mais, a Real não mostrou grande capacidade de reação.

No Espanhol, a sequência recente do Atlético é boa. O time chega aos 19 pontos, sustentando uma sequencia invicta de sete rodadas. A comodidade, de qualquer maneira, não é tão grande assim. Os colchoneros ainda podem ser ultrapassados por Barcelona e Alavés no domingo, enquanto o Sevilla tem a possibilidade de igualar a pontuação. A Real Sociedad, por sua vez, ocupa o modesto 12° lugar. Segurança para Diego Simeone conduzir o seu trabalho, buscando as necessárias alternativas na condução da equipe.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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