La Liga

Quatro minutos e Lamine Yamal salvam o Barcelona após show de horrores no primeiro tempo

Defesa catalã sofre na etapa inicial, mas ataque aparece no segundo tempo e impede tropeço contra o Levante

Após um primeiro tempo que mais pareceu um ‘show de horrores’, o Barcelona garantiu sua segunda vitória em LaLiga neste sábado (23). Os catalães venceram o Levante, fora de casa, por 3 a 2. 

Os catalães sofreram muito com a forma como o Levante conseguiu explorar a linha alta de Hansi Flick. Poderia ter sido até mais, mas o time da casa saiu com uma vantagem de dois gols.

Foi necessária uma avalanche no início da segunda etapa para colocar o Barcelona novamente no jogo antes de Lamine Yamal gerar o gol da vitória no início dos acréscimos.

Primeiro tempo da defesa do Barcelona é um show de horrores

O Barcelona teve muito a bola no primeiro tempo, mas quem levou perigo de verdade foi o Levante. A equipe da casa conseguiu explorar a linha alta para ter as principais chances da etapa inicial.

E foi justamente assim que o Levante abriu o placar. Manu Sánchez disparou pela esquerda e cruzou na área. Toljan ajeitou e Iván Romero deu um drible desconcertante em Pau Cubarsi antes de abrir o placar aos 15’.

O Levante continuou usando a linha alta para criar chances e esteve perto do 2 a 0 em duas oportunidades, mas o segundo gol só veio nos acréscimos, quando o árbitro deu pênalti após revisão no VAR. Morales cobrou e garantiu seu segundo gol.

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Barcelona liga o turbo no segundo tempo

A má impressão deixada na etapa inicial foi apagada rapidamente no início do segundo tempo. Depois de Joan García evitar o terceiro gol dos mandantes, Pedri fez um golaço de fora da área para recolocar o Barcelona no jogo.

E demorou apenas quatro minutos para o empate chegar. Raphinha cobrou escanteio e Ferran Torres apareceu dentro da área para completar.

Parecia que o jogo terminaria com o primeiro tropeço do Barça em LaLiga, mas já nos acréscimos, Lamine Yamal cruzou com veneno na área e Unai Elguerzabal mandou para a própria meta.

Por que o Barcelona foi forçado a usar uniforme antigo?

O Barcelona entrou em campo em dois continentes neste sábado (23), com o profissional atuando em LaLiga e a equipe sub-20 no Brasil para o Intercontinental da categoria contra o Flamengo. 

Além de representar o Barcelona, os dois times tiveram outra coisa em comum: o uso de um uniforme da última temporada.

Tanto em Valencia quanto no Rio de Janeiro, o Barcelona entrou em campo usando o terceiro uniforme de 2024/25, com camisa, calção e meias em uma cor descrita como amarela pela Nike, mas que parece mais um verde para o olho comum. 

Raphinha durante partida de LaLiga com uniforme antigo (Foto: Iconsport)
Raphinha durante partida de LaLiga com uniforme antigo (Foto: Iconsport)

Mas por que, mesmo com o lançamento de novos uniformes, o Barcelona precisa recorrer a um uniforme da última temporada?

Pelo menos na Espanha, os uniformes do Barcelona foram vistos pela LaLiga como muito parecidos com os dos rivais dos dois primeiros jogos, Mallorca e Levante, ambos fora de casa.

Com os dois rivais tendo cores semelhantes às usadas pelo Barcelona, os catalães foram forçados a escolher um de seus uniformes alternativos.

O segundo uniforme do Barcelona até tem a camisa em um amarelo com tons de dourado. No entanto, os shorts e os meiões do uniforme inspirado em Kobe Bryant são pretos e a Nike não forneceu uma alternativa para o clube.

O terceiro uniforme do Barcelona, uma reedição do antigo template Total 90, é inteiro laranja. E apesar de o clube já ter sido permitido a usar a cor contra o Levante fora de casa na última década, as regras de LaLiga para uniformes parecem mais estritas no momento.

Nos últimos anos, a escolha dos uniformes para partidas de LaLiga não fica na mão dos clubes. As equipes disponibilizam seus equipamentos em um sistema da liga e o diretor de cada jogo decide o que cada uma delas vestirá. 

Foto de Matheus Rocha

Matheus RochaSubcoordenador de conteúdo

Matheus Rocha é natural de Uberlândia, onde se formou em Jornalismo na Unitri em 2014. Começou a carreira no jornalismo na Trivela antes de passar por ExtraTime e Yahoo, participando da cobertura de três Copas do Mundo e cinco Olimpíadas.

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