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Atlético de Madrid viveu uma montanha russa de emoções que terminou com gol no final e vitória sobre o Getafe

Após abrir 2 a 0, Atlético tomou a virada para 3 a 2, mas foi buscar o empate e a virada no fim do jogo para seguir firme na disputa por Champions

O Atlético de Madrid viveu uma noite de cheia de emoções no Estádio Wanda Metropolitano, com altos e baixos, mas comemorou muito com o apito final. A vitória por 4 a 3 veio só no final, em uma partida que começou vencendo, tomou a virada e precisou remar muito para reverter o quadro.

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O começo do jogo foi muito bom para o Atlético. Logo a nove minutos, pênalti para os Colchoneros. Luis Suárez cobrou, mas o goleiro David Soria defendeu. Aos 19, porém, não teve jeito: Ángel Correa marcou 1 a 0 para o time da casa. Aos 27, Matheus Cunha marcou o segundo. Tudo parecia bem para o time de Simeone.

Só que as coisas se complicaram muito rapidamente. Aos 30, Borja mayoral marcou o primeiro para o Getafe e diminuiu o placar. Enes Ünal, de pênalti, empatou o jogo para o Getafe. Aos 42, Ünal marcou mais uma vez e virou o jogo de forma inacreditável.

Antes do intervalo, o Atlético conseguiu o empate, novamente com Ángel Correa. Um jogo impressionante: 3 a 3 nos 45 minutos iniciais. A expectativa ficou alta para o segundo tempo, mas era impossível entregar tantos gols quanto no primeiro. Mas não significa que faltou emoção.

Logo aos 12 minutos, o zagueiro Felipe foi expulso e o Atlético ficou com um jogador a menos. Diego Simeone mudou o time, fez quatro alterações e tentava encontrar uma forma de ganhar o jogo. O Getafe levou perigo e poderia ter marcado.

Só que no final, em um cruzamento para a área, João Félix tocou, Mario Hermoso dominou e conseguiu, em uma finalização acrobática, marcar o gol da vitória, para delírio do Estádio Wanda Metropolitano: 4 a 3.

Com isso, o Atlético chega a 39 pontos, em quarto na tabela, um ponto atrás do Betis. O Getafe, por sua vez, está em 15º, com 25 pontos.

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Felipe Lobo

Formado em Comunicação e Multimeios na PUC-SP e Jornalismo pela USP, encontrou no jornalismo a melhor forma de unir duas paixões: futebol e escrever. Acha que é um grande técnico no Football Manager e se apaixonou por futebol italiano (Forza Inter!) desde as transmissões da Band. Saiu da posição de leitor para trabalhar na Trivela em 2009.

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