Copa do Mundo

Kalinic deixa a Croácia três vezes na mão e é cortado da Copa do Mundo

Na primeira vez que me enganar, a culpa será sua. Na segunda vez, a culpa será minha. Para não ter a culpa depois de três vezes, o técnico Zlatko Dalic decidiu cortar Nicola Kalinic, que, segundo a imprensa croata, recusou-se a entrar em campo nos cinco minutos finais da vitória por 2 a 0 sobre a Nigéria, no último sábado, alegando dores nas costas.

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Os rumores surgiram logo nas primeiras horas da manhã no Brasil, no site croata 24sata. A informação era de que Kalinic havia se recusado a entrar em campo contra a Nigéria e, por isso, Marko Pjaca substituiu Mandzukic, aos 40 minutos do segundo tempo. Depois da partida, segundo a publicação, Dalic havia relatado que não teve atletas lesionados, apenas “um problema”. 

Por meio de uma nota oficial, a Federação Croata confirmou o corte, e o técnico Dalic esclareceu que aquele não foi o primeiro incidente. Aconteceu a mesma coisa em amistoso contra o Brasil e em um treinamento no domingo. “Durante o jogo contra a Nigéria, Kalinic estava aquecendo e deveria entrar no segundo tempo. No entanto, ele afirmou que não estava pronto para entrar por causa de uma dor nas costas. Eu calmamente aceitei o que ele disse e, como eu preciso dos meus jogadores em forma e preparados para jogar, eu tomei essa decisão”, disse. 

Kalinic já havia tido uma péssima temporada pelo Milan, com apenas seis gols em 41 partidas, depois de ter sido contratado da Fiorentina. O jogador que esteve na Eurocopa de 2016 disputou oito partidas das Eliminatórias Europeias, geralmente como reserva. O limite para substituir um atleta por lesão é a estreia, em que a Croácia venceu a Nigéria por 2 a 0. Enfrenta a Argentina na próxima rodada. Com um jogador a menos no elenco. 

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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