Copa do Mundo

Jogador por jogador, as avaliações de Costa Rica 0x0 Inglaterra

Costa Rica

Keylor Navas – 6,5

Foi pouco cobrado, mas quando a bola foi à meta não passou por ele. Interceptou cruzamento de Lallana que poderia terminar em gol de Sturridge, no começo do segundo tempo.

Cristian Gamboa – 6,5

Fez bem seu trabalho, dando pouco espaço para Lallana jogar. Fez cinco desarmes no jogo, número alto, já que a Inglaterra tentava atacar mais pela esquerda que pelo flanco contrário.

Óscar Duarte – 6

Apesar da Inglaterra ter tido o domínio do jogo e chegar mais ao ataque, Duarte não teve lá tanto trabalho, diante da falta de criatividade inglesa.

Giancarlo González – 6,5

Se destacou na zaga, com três desarmes e muitas interceptações e chutões para afastar os ataques ingleses.

Roy Miller – 6

Não participou de algum lance capital. Não comprometeu, mas também não precisou fazer um grande serviço.

Júnior Díaz – 6

A proposta do time não era de atacar, e portanto o jogador não fez o que mais sabe. Também não foi exigido na defesa. Milner pouco fez no jogo.

Bryan Ruiz – 6

Tocou bastante na bola, mas não fez nenhuma jogada demais para mudar o jogo.

Celso Borges – 6

Fez partida mediana e foi o responsável pela maior chance de gol costarriquenha, cobrando falta no travessão.

(Michael Barrantes) – 6

Entrou e nã0 mudou nem um pouco o jogo, para melhor ou pior.

Yeltsin Tejeda – 6,5

Foi muito bem nos desarmes e ajudou a garantir o empate e a liderança, mesmo com o domínio inglês no meio de campo.

Randall Brenes – 5,5

Fez uma partida fraca, mesmo considerando que o time entrou com uma proposta defensiva.

(Christian Bolaños) – 5,5

Entrou para segurar o empate. E conseguiu, fazendo algumas faltas no meio do caminho.

Joel Campbell – 5,5

Com a Costa Rica se defendendo, foi pouquíssimo útil no ataque. Deu apenas uma finalização no tempo em que esteve em campo.

(Marcos Ureña) -5,5

Teve 25 minutos em campo e mesmo assim deu apenas oito toques na bola, sem finalização, chance criada ou qualquer outra coisa.

Inglaterra

Ben Foster – 6,5

A Costa Rica pouco atacou, mas no lance em que mais foi cobrado, na falta de Borges, fez bela defesa para evitar o gol.

Phil Jones – 6

Não atacou e praticamente não precisou defender. Zagueiro improvisado na lateral em um jogo contra um time que não atacaria não faz muito sentido.

Gary Cahill – 6

Basicamente não precisou trabalhar. Deu apenas um desarme no jogo todo e fez quatro interceptações, ajudando a manter o placar zerado.

Chris Smalling – 6

Assim como Cahill não foi requisitado de forma relevante. Apenas manteve a zaga segura, o que não foi um desafio.

Luke Shaw – 6

Sua especialidade é apoiar o ataque, mas além de não fazer isso bem deu espaços para os costarriquenhos.

Frank Lampard – 6,5

Foi o principal jogador inglês no setor, ajudando o time a controlar o meio do campo. Acertou 88% dos passes e ficou mais recuado, dando liberdade para Wilshere.

Jack Wilshere – 6

Atleta mais móvel do meio de campo inglês, teve liberdade para ir ao ataque e deu passe para Sturridge quase fazer um belo gol no início do jogo. E só.

(Steven Gerrard) – 6

Teve pouco tempo em campo e não fez nada demais.

James Milner – 5

Basicamente não fez nada no ataque, mesmo sendo o ponta direita em um esquema de 4-2-3-1.

(Wayne Rooney) – 6

Quase fez um golaço apenas três minutos depois de entrar, mas, assim como o resto do time, não estava motivado.

Ross Barkley – 6,5

Do tridente de armação, foi o que teve a melhor atuação. Tocou bastante na bola e quase fez um gol no final do primeiro tempo em boa jogada individual.

Adam Lallana – 5,5

Decepcionou. Teve pouca criatividade e ainda levou um cartão amarela por falta forte e desnecessária no meio do campo.

(Raheem Sterling) – 5

Não fez diferença alguma após entrar. Não deixou o time mais ágil nem nada. Teve quase um tempo todo para fazer a diferença, mas manteve o baixo nível de atuação de Lallana, só que aparecendo ainda menos para o jogo

Daniel Sturridge – 6,5

Melhor do time inglês. Finalizou quatro vezes, em duas delas com perigo. Movimentou-se bastante e fez jus à escolha de Hodgson de manter apenas ele do time titular.

Foto de Leo Escudeiro

Leo Escudeiro

Apaixonado pela estética em torno do futebol tanto quanto pelo esporte em si. Formado em jornalismo pela Cásper Líbero, com pós-graduação em futebol pela Universidade Trivela (alerta de piada, não temos curso). Respeita o passado do esporte, mas quer é saber do futuro (“interesse eterno pelo futebol moderno!”).

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