Copa do Mundo

[Copa 2014, um ano] No mesmo dia, a classe de Pirlo e o carisma do Armeration

Para celebrar o primeiro aniversário do Mundial 2014, vamos retomar um dos lemas da Copa. Depois do “Não vai ter Copa”, do “Vai ter Copa, sim” e do “Devia ter Copa todo ano”, é a vez de gritar “Volta, Copa!”. A cada dia, uma retrospectiva do que ocorreu há um ano. Só para alimentarmos nossa saudade.

VOLTA, COPA: Confira a retrospectiva dia a dia do que rolou na Copa das Copas

O folclore

Se ainda havia alguma dúvida de que a Copa 2014 seria a maior da história pela soma de grande futebol e muitagalhofa, ela acabou com ex-integrante da Companhia do Pagode (grupo responsável pelo clássico “Na Boquinha da Garrafa”) foi um dos policiais que fez a segurança da delegação chilena na Bahia.

Bola rolando

Teve Armeration na Copa! Sim, o lateral-esquerdo colombiano, responsável pelas danças mais carismáticas do mundo do futebol) abriu o marcador em Colômbia 3×0 Grécia e se juntou a seus companheiros para mostrar ao mundo sua arte. Em seguida, a Copa viu sua primeira grande zebra, na vitória da Costa Rica sobre o Uruguai por 3 a 1, e mais um jogaço-aço-aço, nos 2 a 1 da Itália sobre a Inglaterra em Manaus.

Vídeo do dia

Essa cobrança de falta de Pirlo. Sem palavras…

Enquanto isso, na Trivela

Os acontecimentos do dia anterior ainda repercutiam. Nosso convidado Tiago Pavini contou como foi um protesto, pelo fato de ninguém ter se disposto a levar Ghiggia para ver a estreia do Uruguai na Copa do Mundo enquanto a torcida celeste fazia tanta questão de se lembrar do Fantasma de 50.

Oea do dia
Foto de Ubiratan Leal

Ubiratan Leal

Ubiratan Leal formou-se em jornalismo na PUC-SP. Está na Trivela desde 2005, passando por reportagem e edição em site e revista, pelas colunas de América Latina, Espanha, Brasil e Inglaterra. Atualmente, comenta futebol e beisebol na ESPN e é comandante-em-chefe do site Balipodo.com.br. Cria teorias complexas para tudo (até como ajeitar a feijoada no prato) é mais que lazer, é quase obsessão. Azar dos outros, que precisam aguentar e, agora, dos leitores da Trivela, que terão de lê-las.

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