“Quase doido”, presidente do Flu responde pingue-pongue sobre tetra brasileiro
A tosse atrapalha. A dor de garganta também. Mas é a mudança de rotina que realmente incomoda. “Minha vida ficou uma bagunça. É muita gente pedindo coisa. É sócio, imprensa, outras pessoas. Estou tendo que que me acostumar”, desabafa o presidente do Fluminense, Peter Siemsen, ao blogueiro. Um desabafo, ainda assim, bem-humorado, acompanhado do sorriso de alguém que acabou de se sagrar campeão brasileiro.
Peter se recorda da vitória nas últimas eleições, em uma situação que, ele admite, até hoje o surpreende. “Vencemos na terça-feira e, no domingo seguinte, o time ganhou o título nacional”. Desde o fim de 2010, o cartola se viu obrigado a abandonar a arquibancada pelo camarote nos jogos do Flu. É segundo ele o seu maior castigo nessa nova vida. Um torcedor apaixonado, como ele mesmo se define, o presidente tricolor concordou em responder a um pingue-pongue sobre o tetracampeonato. Confira abaixo.
Fluminense – “Um momento espetacular na minha vida. Um sonho que estou realizando”
Título brasileiro – “Um momento marcante no período de reconstrução”
Libertadores – “Um dos dos objetivos para o ano que vem”
Peter Siemsen – “Um tricolor apaixonado, quase doido”
Rodrigo Caetano – “Grande comandante”
Celso Barros – “Ídolo”
Unimed – “Parceira fantástica”
Xérem – “Nosso futuro”
Fred – “A imagem do Fluminense”
Deco – “A referência”