Brasil

“Quase doido”, presidente do Flu responde pingue-pongue sobre tetra brasileiro

A tosse atrapalha. A dor de garganta também. Mas é a mudança de rotina que realmente incomoda. “Minha vida ficou uma bagunça. É muita gente pedindo coisa. É sócio, imprensa, outras pessoas. Estou tendo que que me acostumar”, desabafa o presidente do Fluminense, Peter Siemsen, ao blogueiro. Um desabafo, ainda assim, bem-humorado, acompanhado do sorriso de alguém que acabou de se sagrar campeão brasileiro.

Peter se recorda da vitória nas últimas eleições, em uma situação que, ele admite, até hoje o surpreende. “Vencemos na terça-feira e, no domingo seguinte, o time ganhou o título nacional”. Desde o fim de 2010, o cartola se viu obrigado a abandonar a arquibancada pelo camarote nos jogos do Flu. É segundo ele o seu maior castigo nessa nova vida. Um torcedor apaixonado, como ele mesmo se define, o presidente tricolor concordou em responder a um pingue-pongue sobre o tetracampeonato. Confira abaixo.

Fluminense – “Um momento espetacular na minha vida. Um sonho que estou realizando”

Título brasileiro – “Um momento marcante no período de reconstrução”

Libertadores – “Um dos dos objetivos para o ano que vem”

Peter Siemsen – “Um tricolor apaixonado, quase doido”

Rodrigo Caetano – “Grande comandante”

Celso Barros – “Ídolo”

Unimed – “Parceira fantástica”

Xérem – “Nosso futuro”

Fred – “A imagem do Fluminense”

Deco – “A referência”

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Ubiratan Leal

Ubiratan Leal formou-se em jornalismo na PUC-SP. Está na Trivela desde 2005, passando por reportagem e edição em site e revista, pelas colunas de América Latina, Espanha, Brasil e Inglaterra. Atualmente, comenta futebol e beisebol na ESPN e é comandante-em-chefe do site Balipodo.com.br. Cria teorias complexas para tudo (até como ajeitar a feijoada no prato) é mais que lazer, é quase obsessão. Azar dos outros, que precisam aguentar e, agora, dos leitores da Trivela, que terão de lê-las.

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