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Pior que a defesa do Flamengo foi a atuação de Sandro Meira Ricci no Fla-Flu

A defesa do Flamengo ofereceu vários buracos para o Fluminense armar os seus contra-ataques. No segundo e no terceiro gol tricolor no Maracanã, a bola foi trocada com velocidade e precisão nesses espaços entre os jogadores vestidos de rubro-negro. Não foi uma boa apresentação do setor no primeiro jogo de Cristóvão Borges. Mas pior que isso foi a atuação do árbitro Sandro Meira Ricci na vitória do Flu por 3 a 2.

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As suas duas principais decisões foram bastante contestáveis. Podem não ter influenciado diretamente no resultado da partida. Talvez o Fluminense vencesse do mesmo jeito, mas nunca saberemos. As marcações modificaram o perfil do jogo duas vezes. Aos 8 minutos, apitou pênalti após um encontrão de Pará em Wagner, lance absolutamente discutível. Fred abriu o placar e deu ao Flamengo a missão de correr atrás do resultado. Nos contra-ataques, o Flu fez 3 a 1.

E quando parecia que o placar estava definido, Ricci deu cartão vermelho direto para Giovanni por uma pancada em Cirino. Decisão exagerada. Com um a mais, o Flamengo passou os 40 minutos seguintes pressionando o Fluminense e conseguiu descontar com Eduardo da Silva. Apesar da pressão, criou poucas chances e não conseguiu empatar. Por isso, não dá para colocar o resultado completamente na conta do árbitro. Mas, a não ser que você concorde com as duas marcações dele, difícil discordar que ele mudou o panorama do jogo duas vezes, a favor dos dois lados, desnecessariamente.

Não é a primeira e nem a segunda vez que Sandro Meira Ricci arranja confusão. Ele também foi o árbitro daquele polêmico São Paulo e Corinthians pela Libertadores. E ainda assim, continua sendo o apitador brasileiro mais valorizado pela comissão da CBF, representante do Brasil na Copa do Mundo e na Copa América deste ano. Difícil entender.

Veja os lances aqui.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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