Brasil

Depois dos haitianos, Avaí abraça refugiados sírios e já tem um pequeno torcedor

Embora a um oceano de distância, o Brasil recebe sua cota de refugiados sírios que tentam escapar dos terrores da guerra civil que o país vive há muitos anos, e o Avaí decidiu, na mesma linha do que fez anteriormente com imigrantes haitianos, estender a mão para ajudá-los a se ambientarem melhor por essas terras.

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O clube aproximou-se da família do casal sírio Hana Yasin e Tarek Areeshah, que chegaram a Florianópolis seis meses atrás. Os dois tiveram um filho, o pequeno Yousef, que já nasceu meio brasileiro e totalmente torcedor do Avaí. Com apenas 12 dias de vida, recebeu das mãos da diretoria social um kit completo de produtos licenciados do Leão.

Hanan chegou grávida ao Brasil e estava com medo da adaptação ser muito difícil. Mas ela diz que encontrou um povo receptivo, recebeu muita ajuda e tudo acabou sendo mais fácil do que pensava. “Estou muito agradecida”, disse. O diretor social do Avaí, Nesi Furlani, disse que o gesto foi uma mensagem simbólica de solidariedade. “Devemos nos colocar no lugar deles, pois deve ser muito triste ter que abandonar seu país”, afirmou.

Hana, Tarek e o bebê foram convidados pelo Avaí para assistirem à partida contra a Ponte Preta, em 29 de novembro, direto dos camarotes da Ressacada, para o pequeno Yousef já ir se acostumando com a vibração da torcida da qual já faz parte.

Foto de Bruno Bonsanti

Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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