Copa do Brasil

O Fluminense do Piauí é mais um estreante a brilhar na Copa do Brasil e deixa o Oeste pelo caminho

Fluminense encontrou o Oeste jogando pelo empate no primeiro tempo e construiu o resultado para enfrentar o Santos

A Copa do Brasil continua produzindo suas surpresas. Mais um time de menor expressão a brilhar nesta quinta-feira foi o Fluminense do Piauí, estreante na competição. O Oeste não é exatamente um adversário tão tradicional e apenas disputa a Série A-2 do Campeonato Paulista. No entanto, pelos anos de Série B, tinha o melhor ranking e jogava pelo empate na visita a Teresina. O Vaqueiro não deu chances a isso. Mário Sérgio comandou os tricolores no triunfo por 2 a 0, que colocou a equipe na próxima fase. Terá um desafio bem maior contra o Santos.

Com a vantagem do empate, o Oeste jogou na defesa durante o primeiro tempo. O Fluminense tinha a iniciativa, mas acabava travado pela retranca adversária. O primeiro gol dependeria do talento do atacante Mário Sérgio, voando com 14 tentos neste início de temporada. Aos 21 minutos, Janeudo cruzou e o artilheiro completou para as redes. Apesar da necessidade dos paulistas, que saíram para o jogo, os piauienses seguiram melhores na segunda etapa e aproveitaram os espaços. Mandaram bola na trave e criaram outras chances, até Mário Sérgio fechar a conta aos 41, num contra-ataque. O resultado valeu demais, pela representatividade e também pelos R$750 mil que pingarão na conta do Flu.

Nas demais partidas desta quinta, os mandantes se classificaram. O Coritiba construiu o resultado mais elástico, com os 5 a 2 contra o Bahia de Feira. Num duelo amazonense, o Manaus fez 1 a 0 sobre o São Raimundo. Já a regra do empate beneficiou São Paulo e Criciúma. O Tigre ficou no 0 a 0 contra o Nova Iguaçu. Já o Tricolor pressionou o Campinense no primeiro tempo, mas parou em Mauro Iguatu e também não saiu do 0 a 0.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.
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