Jogador por jogador, como o Athletico Paranaense montou o time campeão da Copa do Brasil

O Copa do Brasil da sua história. O segundo título importante em anos consecutivos, com a Copa Sul-Americana do ano passado, apesar de não ter um orçamento tão grande quanto outros clubes do Brasil. Como fez isso? Além do ótimo trabalho técnico e estrutural do Furacão, parece haver um método por traz da montagem do time.
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Poucos investimentos são feitos em medalhões. Os jogadores mais famosos que fizeram parte da campanha do Furacão foram contratados ao fim dos seus contratos. Outros, como Marco Ruben e Braian Romero, chegaram por empréstimo. Esse instrumento é muito utilizado pelo clube para testar os jogadores pelos quais se interessa antes de se comprometer financeiramente e ajuda principalmente com a profundidade do elenco paranaense.
Essa parte é importante porque o Athletico faz muitas apostas. A favorita é em jogadores que prometeram muito nas categorias de base ou no começo das suas carreiras, evidenciando seu talento, mas que por diversos motivos nunca decolaram. O Furacão lhes oferece um palco muito interessante para alcançarem a regularidade e, em troca, passa a contar com jogadores talentosos por preços mais módicos.
E as categorias de base. A decisão de esnobar o Campeonato Paranaense tem conotação política e serve para diminuir o fardo de jogos no elenco principal, mas também permite que o clube coloque seus garotos para disputar partidas competitivas e garimpar quais deles estão prontos para fazer parte do time principal.
A seguir, jogador por jogador, contamos como o Athletico Paranaense formou o time que venceu a Copa do Brasil, considerando os atletas que entraram em campo em pelo menos uma das oito partidas disputadas desde as oitavas de final contra o Fortaleza.
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