Copa do Brasil

Fortaleza arranca empate no Morumbi, Flamengo goleia e Athletico Paranaense sai na frente

Confira um resumão dos jogos de ida das quartas de final da Copa do Brasil

O Grêmio, mesmo com um jogador a mais, desabou no segundo tempo do seu reencontro com Renato Gaúcho, em casa, nesta quarta-feira, e foi goleado por 4 a 0, o que naturalmente complica bastante as suas chances de passar às semifinais da Copa do Brasil. Enquanto isso, o Fortaleza saiu perdendo por dois gols de diferença no Morumbi e conseguiu arrancar o empate por 2 a 2, e o Athletico Paranaense venceu o Santos por 1 a 0. As partidas de volta serão realizadas entre 14 e 15 de setembro.

Grêmio 0x4 Flamengo

O primeiro tempo não indicava que a partida terminaria em goleada. Mais equilibrado e até com bom volume ofensivo ao Grêmio, que teve uma ótima chance com Alisson, que tabelou na intermediária e bateu da entrada da área bem perto da trave esquerda de Diego Alves. Bruno Henrique respondeu com uma ótima jogada individual pela esquerda e exigiu defesa de Gabriel. A expulsão de Mauricio Isla pouco antes do intervalo foi um bom sinal aos gaúchos.

No entanto, o Flamengo voltou com tudo. Michael fez Gabriel trabalhar com uma bomba do bico esquerdo da grande área, e Bruno Viana aproveitou vacilo da defesa do Grêmio para abrir o placar. O escanteio da direita passou por toda a área antes de o zagueiro bater rasteiro. O time da casa ainda respondeu com uma bola no travessão de Alisson e uma cabeçada de Borja que Diego Alves defendeu muito bem.

A porteira abriu aos 40 minutos. Michael recebeu bom passe de Vitinho e bateu cruzado para ampliar. Já nos acréscimos, Vitinho cruzou da esquerda e lá no outro lado da área Rodinei apareceu para cabecear. Quando o jogo estava quase no fim, o árbitro marcou pênalti de Luiz Fernando em Michael. Vitinho cobrou e fechou a goleada, duríssima ao Grêmio.

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São Paulo 2×2 Fortaleza

Um erro de Tiago Volpi, mais um, abriu um jogo que parecia controlado pelo São Paulo e, em vez de uma boa vitória, o clube paulista levará um empate ao Ceará. Wellington Paulista acertou o travessão, antes de o São Paulo perder dois gols claros no primeiro tempo, com Emiliano Rigoni, cara a cara com Marcelo Boeck, e depois com Daniel Alves, também de frente para o goleiro do Fortaleza. O lateral direito ainda conseguiu recuperar o rebote e rolar para Bruno Alves, que isolou.

O resto da etapa inicial foi mais travado, mas os gols finalmente saíram depois do intervalo. Rigoni marcou os dois do São Paulo. Aos 24 minutos, recebeu o lançamento pela direita, conseguiu controlar a bola e soltou o chute rasteiro no canto de Boeck. Depois, partiu em contra-ataque quase do meio-campo, ganhou na velocidade e tocou na saída do goleiro.

No entanto, cinco minutos depois, Robson lançou à segunda trave, Volpi passou em falso e Yago Pikachu completou às redes. Já era ruim para o São Paulo, mas ficou pior: aos 48 minutos, Ángelo Henríquez cruzou forte da direita, e Romarinho cabeceou para arrancar o heroico empate do Fortaleza.

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Athletico Paranaense 1×0 Santos

O Athletico Paranaense se impôs na Arena da Baixada e saiu com a vitória contra o Santos por 1 a 0, embora tenha tido volume de jogo para ganhar com maior margem. Chegou a ter um gol anulado por impedimento perto do fim da partida, e o Santos reclama de um pênalti de Renato Kayzer, que dominou com o braço dentro da área antes de sair jogando.

Aos três minutos, Jader abriu os trabalhos com uma bomba de fora da área na trave de João Paulo. Um baita susto. Aos 16, um maior ainda porque Thiago Heleno cobrou uma falta do campo de defesa direto para o gol e quase pegou João Paulo desprevenido. O goleiro santista se recuperou e espalmou para escanteio. A cobrança foi desviada por Richard na primeira trave, e Kayzer marcou o único gol da partida.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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