Sul-Americana

O Atlético Goianiense teve uma noite marcante na Sul-Americana, ao atropelar a LDU por 4 a 0

O Atlético Goianiense contou com golaços e fez um segundo tempo arrasador para golear os visitantes ilustres no Antônio Accioly

A rodada de competições continentais seria agridoce aos clubes brasileiros nesta terça. Corinthians e Santos perderam, enquanto o Athletico Paranaense só empatou. O Flamengo venceu sem agradar e o Ceará suou para ganhar de virada. O único triunfo confortável seria registrado pelo Atlético Goianiense. E foi daqueles resultados que ficam gravados na memória coletiva da torcida: em Goiânia, o Dragão não tomou conhecimento da LDU Quito pela Copa Sul-Americana. Impôs uma vitória elástica por 4 a 0, com direito até a golaços.

O primeiro tempo não teria gols no Antônio Accioly. O Atlético Goianiense criou as principais chances, mas também dependeu de uma grande defesa de Luan Polli. Foi na segunda etapa que o Dragão deslanchou. A equipe teve uma bola na trave, até que o gol surgisse aos 17. Depois de grande jogada de Wellington Rato, Jorginho marcou. Já aos 31, a conta seria ampliada por Shaylon. Seria a vez de Jorginho cruzar da linha de fundo para o desvio do atacante.

O melhor do Atlético Goianiense ficou para o final. O terceiro gol, aos 42, seria uma pintura. Jorginho (sempre ele) rolou para a entrada da área em cobrança de falta ensaiada e Hayner pegou na veia, em pancada que morreu no alto da meta. Já nos acréscimos, o Dragão botou a LDU na roda. A troca de passes envolveu a defesa equatoriana e, ainda que Jorginho tenha parado no goleiro, Rickson guardou no rebote. Era uma noite de gala aos goianos, em resultado testemunhado por 4,8 mil presentes.

O Atlético Goianiense tem concorrência dura no Grupo F da Copa Sul-Americana, ainda composto por Defensa y Justicia e Antofagasta. Apenas o líder da chave avança às oitavas de final. Pela apresentação diante da LDU, porém, a confiança vai lá no alto para imaginar uma façanha do Dragão.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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