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Recuperado, Vélez passa fácil pelo Iquique e vence a primeira

O Vélez demonstrou que a derrota na estreia não abalou os ânimos do time na Copa Libertadores. O Fortín se refez do resultado ruim contra o Emelec e passou com facilidade pelo Deportes Iquique, vencendo por 3 a 0 no Estádio José Amalfitani. Ambos com três pontos, argentinos e equatorianos ocupam a segunda posição do Grupo 4, liderado pelo Peñarol, que soma duas vitórias em duas rodadas.

Sem sobressaltos, o Vélez dominou a posse de bola desde os primeiros instantes e abriu dois gols de vantagem na etapa inicial. O primeiro deles saiu aos 24 minutos, em chute da entrada da área de Federico Insúa. E, com os chilenos bastante recuados, Ezequiel Rescaldani aumentou a diferença para o time da casa aos 34, embora estivesse impedido.

Com o campo pesado por causa da chuva, a partida perdeu ritmo durante o segundo tempo. O Iquique tentou sair um pouco mais para o jogo, mas estava longe de ameaçar a meta de Sebastián Sosa. E, quando voltou a se interessar pela partida, o Vélez fechou o placar. Aos 18, Edson Puch completou contra as próprias redes falta cobrada por Fernando Gago.

Caracas desbanca o Huachipato no Chile

Depois de surpreender o Grêmio em sua estreia, o Huachipato pagou na mesma moeda em Talcahuano. Os Acereros foram atropelados pelo Caracas, com derrota por 3 a 1. O resultado embola o Grupo 8, com chilenos, venezuelanos e o Fluminense somando três pontos. A rodada será completada ainda nesta quarta, quando Flu e Grêmio se enfrentam no Engenhão.

O Huachipato foi prejudicado logo no primeiro minuto, com gol mal anulado de Bryan Rodríguez. E o revés começou a ser definido no início da primeira etapa, quando Dani Cure marcou. Pouco antes do intervalo, Louis Peña ampliou e o meio-campista fez o terceiro aos nove do segundo tempo.  Pouco depois, o Huachipato descontou com Miguel Aceval, cobrando falta, mas a reação pararia por aí.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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