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O Trujillanos bateu o Strongest e deu uma bela ajuda para o São Paulo na Libertadores

O Strongest começou a Copa Libertadores voando, ao surpreender o São Paulo no Pacaembu. Enquanto isso, o Tricolor se complicava por sua própria culpa, especialmente ao empatar com o Trujillanos na visita à Venezuela. No entanto, a sorte sorriu aos são-paulinos nesta terça-feira, na abertura da quinta rodada do Grupo 1. Após o massacre sofrido diante do River Plate, os bolivianos viveram outra noite ruim e também desperdiçaram pontos na visita a Valera. Pior, perderam para o Trujillanos por 2 a 1. Um resultado que evita não apenas as chances de eliminação precoce do time de Edgardo Bauza, como também pode facilitar bastante sua vida na viagem a La Paz para o duelo final.

Carlos Sosa começou aprontando contra o Strongest aos 32 do primeiro tempo, com um gol de falta. Já na segunda etapa, também na bola parada, Matías Alonso empatou com uma grande dose de sorte, ao ver a bola bater na trave e no goleiro antes de entrar. Contudo, o Trujillanos era mais contundente. E buscou a virada nos acréscimos, em pênalti que Maurice Covas converteu. De qualquer maneira, o tropeço do Strongest já seria útil ao São Paulo.

O Tricolor recebe o River Plate no Morumbi com seu caminho definido. Se vencer os argentinos, independente do placar, podem se classificar com ao menos um empate na visita ao Strongest na Bolívia. E, dependendo do saldo, dá mesmo para sonhar com a liderança, por mais que os Millonarios peguem o Trujillanos no Monumental durante a rodada final. Já uma derrota ou um empate dos são-paulinos voltam a obrigar o time a vencer em La Paz. Mesmo assim, o eventual tropeço em casa não traz mais o risco da eliminação. E diminui o peso da responsabilidade dos brasileiros nesta quarta.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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