América do SulLibertadores

Grupo 6: Independiente Santa Fe

INDEPENDIENTE SANTA FE

Club Independiente Santa Fe
Como chegou à Libertadores: campeão do Apertura colombiano
Melhor campanha: semifinal (1978)
Campanha em 2012: não participou

 

 

Destaque

Omar Pérez. Formado pelas categorias de base do Boca Juniors, o meia teve o gosto de fazer parte do elenco bicampeão da Libertadores em 2000 e 2001. Sem vingar com a camisa xeneize, o argentino rodou por clubes colombianos e mexicanos até aportar no Santa Fe em 2009. Ídolo da torcida, o camisa 10 foi fundamental na conquista do Apertura, liderando o time em gols e assistências. É o nome a dar um toque de qualidade nos avanços do time.

Ponto forte

O jogo aéreo. As bolas paradas e os cruzamentos foram as principais armas na quebra do jejum de 37 anos sem o título colombiano, encerrado com a conquista do Apertura 2012. Mais recentemente, o poderio pelo alto decidiu a taça na Superliga no clássico contra o Millonarios. Dono de um pé calibrado, Omar Pérez é que coordena os bombardeios. Já o principal destinatário dos levantamentos atualmente é atacante Cristian Borja, famoso pela passagem frustrada pelo Flamengo, que ainda não se firmou totalmente nos Cardenales.

Ponto fraco

A falta de embalo. O Santa Fe conquistou o Apertura em julho, mas acabou decepcionando nos últimos meses ao sequer passar aos playoffs do Finalización. O elenco sofreu com lesões, suspensões e ainda perdeu o atacante Jonathan Copete, negociado com o Vélez. Para a Libertadores, a diretoria se mexeu para não fazer feio e trouxe nove reforços, com destaque para o atacante Wílder Medina – recuperado de dependência química, que o afastou do futebol nos últimos meses.  Ao menos na abertura de 2013, a vitória na Superliga traz a esperança da recuperação da boa forma.

Até onde pode ir

Mata-matas. Em um grupo sem grandes desafios, a passagem às oitavas é bastante palpável. No entanto, parece despreparado para ir além disso.

Time base

Santa Fe campinho

Técnico: Wilson Gutiérrez

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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