Argentina

Um gol a cinco minutos do fim, na casa do Independiente, deu um vibrante triunfo ao Racing no clássico

A Copa da Liga Argentina realiza sua rodada de clássicos. O ponto alto do sábado aconteceu em Avellaneda, onde Independiente e Racing se enfrentaram no Estádio Ricardo Enrique Bochini. E o triunfo racinguista na casa dos rivais seria memorável, pela maneira como acabou decidido no apagar das luzes. O empate prevalecia até os 41 do segundo tempo, quando La Academia cravou a vitória por 2 a 1. A equipe dirigida por Fernando Gago atravessa ótimo momento e é a única ainda invicta na Copa da Liga.

O Racing marcou seu primeiro gol logo aos três minutos. Tomás Chancalay fez uma jogadaça, com direito a caneta, mas carimbou a trave. No rebote, Gabriel Hauche aproveitou a meta aberta para marcar. A partida seguiu aberta, mas o Independiente voltou mais agressivo para o segundo tempo e empatou aos 11 minutos, num golaço de Lucas González. O meia ziguezagueou para cima da marcação e, dá entrada da área, soltou uma paulada. A bola morreu no cantinho, ainda triscando a trave na hora de entrar.

O Independiente parecia capaz de virar. Os rojos pressionavam e criavam boas oportunidades, incluindo uma bola na trave de Leandro Benegas. Porém, o Racing despertou na reta final e conseguiu seu gol salvador aos 41 minutos. Em bola cruzada na área, Facundo Mura ajeitou de cabeça e Enzo Coppetti apareceu sozinho na marca do pênalti. O atacante bateu de primeira, no contrapé do goleiro Sebastián Sosa, e se emocionou bastante na comemoração.

O Racing lidera o Grupo A da Copa da Liga Argentina. A Academia soma 15 pontos, com quatro vitórias e três empates. No entanto, River Plate e Defensa y Justicia podem ultrapassar os albicelestes na sequência da rodada. Já o Independiente faz fraca campanha no Grupo B, com sete pontos, mas apenas uma vitória. Os rojos ocupam um modesto nono lugar, já a quatro pontos da zona de classificação.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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