Argentina

63 anos de Maradona: mundo do futebol presta homenagens ao ídolo argentino

Napoli, Boca Juniors e Seleção Argentina foram algumas das instituições que homenagearam Diego Armando Maradona

Uma das figuras mais icônicas da história do futebol, Diego Armando Maradona faria 63 anos nesta segunda-feira (30). Três anos após a sua morte, a data de nascimento do ídolo argentino continua sendo lembrada pelo mundo do futebol. Figuras como Messi – em plena premiação da Bola de Ouro – José Mourinho, Rivellino e Careca se manifestaram, assim como clubes e entidades também prestaram homenagens.  

Três anos sem Maradona

Maradona morreu em 25 novembro de 2020, após sofrer uma parada cardiorrespiratória em sua casa na cidade de Tigre, na região metropolitana de Buenos Aires. El Pibe de Oro havia sido submetido a uma delicada cirurgia no cérebro um mês antes de sua morte, para drenar uma hemorragia cerebral. O procedimento havia corrido bem, mas faleceu oito dias depois de receber alta.

O camisa 10 foi uma das figuras mais icônicas do futebol sul-americano, deixando um legado gigante para a Argentina. O camisa 10 da Seleção iniciou no Argentinos Juniors e encontrou um caminho para chegar à fama ao ser contratado pelo Boca Juniors. Depois disso, se transferiu para o futebol europeu, onde passou pelo Barcelona, Nápoles e Sevilla. 

No retorno para a Argentina, atuou Newell’s Old Boys e encerrou a carreira no Boca, em 1988. Durante toda a carreira, Maradona teve um papel fundamental na seleção argentina, com a qual conquistou a Copa do Mundo de 1986. Ao todo, o camisa 10 entrou em campo em 724 jogos oficiais e marcou 358 gols.

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Médicos de Maradona serão julgados por homicídio simples

A Justiça da Argentina determinou, em abril deste ano, que os dois médicos e os outros seis profissionais de saúde acusados da morte do ídolo argentino ​​de terem cometido homicídio simples com dolo eventual, serão julgados em 2024.

Segundo o jornal “La Nación”, o documento da Justiça diz que o neurocirurgião Leopoldo Luque e a psiquiatra Agustina Cosachov, além da equipe de profissionais de saúde, “incorreu em ações e omissões defeituosas, determinantes para o resultado da morte ora imputada”.

Na documentação apresentada pela reportagem do periódico argentino, o juiz do caso questiona “a conduta que cada um os acusados havia demonstrado, não cumprindo o mandato de atuação que a boa prática médica lhes impôs”.

Os oito réus aguardam o julgamento em liberdade, que deve começar em 2024.

Arquivo Trivela

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Livia CamilloSetorista

Formada em jornalismo pelo Centro Universitário FIAM-FAAM, escreve sobre futebol há cinco anos e também fala sobre games e cultura pop por aí. Antes, passou por Terra, UOL, Riot Games Brasil e por agências de assessoria de imprensa e criação de conteúdo online.

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