Argentina

Mais uma genialidade de Pulga Rodríguez: vale apreciar essa assistência mágica de calcanhar na Bombonera

Pulga Rodríguez garantiu o empate para o Colón com um passe sensacional, na primeira rodada da Copa da Liga

O Campeonato Argentino só começará em junho, mas a bola voltou a rolar no país com a Copa da Liga, torneio que novamente ocupa o calendário sem grandes explicações plausíveis. O certo é que o Colón poderá defender seu título faturado na edição passada. E a estreia na competição serviu para que o público local mais uma vez apreciasse a maestria de Pulga Rodríguez. Os sabaleros começaram sua jornada com um empate contra o Boca Juniors, por 1 a 1. O resultado na Bombonera seria garantido por uma assistência de calcanhar fantástica do camisa 10, parecendo tornar tudo mais fácil.

O Boca ficou grande parte do jogo em vantagem. O gol xeneize saiu aos 23 minutos, numa cabeçada firme de Darío Benedetto – em seu primeiro gol oficial neste retorno ao clube. O empate do Colón viria apenas aos 41 do segundo tempo, a partir de um escanteio. Numa cobrança fechada, Pulga Rodríguez se antecipou e deu um leve toque de calcanhar, que desmontou toda a marcação e encobriu três adversários. A mágica serviu para habilitar Lucas Beltrán, que escorou livre na pequena área. Depois do jogo, Pulga ainda brincou que o companheiro “roubou seu gol”, embora a bola provavelmente não entraria sem a definição.

A Copa da Liga Argentina conta com os 26 clubes que disputaram a primeira divisão em 2021 e mais outros dois promovidos da segundona. As 28 equipes se dividem em dois grupos, com os 14 times de cada chave se enfrentando em turno único. Os quatro primeiros de cada grupo avançam às quartas de final, com mata-matas também em jogos únicos. A decisão está marcada para 22 de maio. O campeão jogará a Libertadores de 2023.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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